A ALIANÇA ENTRE A RELIGIÃO E O ESTADO

Mat.27:11-24: “Jesus foi posto diante do governador, e este lhe perguntou: “Você é o rei dos judeus?” Respondeu-lhe Jesus: “Tu o dizes”. Acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos líderes religiosos, ele nada respondeu. Então Pilatos lhe perguntou: “Você não ouve a acusação que eles estão fazendo contra você?”. Mas Jesus não lhe respondeu nenhuma palavra, de modo que o governador ficou muito impressionado. Por ocasião da festa era costume do governador soltar um prisioneiro escolhido pela multidão. Eles tinham, naquela ocasião, um prisioneiro muito conhecido, chamado Barrabás. Pilatos perguntou à multidão que ali se havia reunido: “Qual destes vocês querem que lhes solte: Barrabás ou Jesus, chamado Cristo?”. Porque sabia que o haviam entregado por inveja.
Estando Pilatos sentado no tribunal, sua mulher lhe enviou esta mensagem: “Não se envolva com este inocente, porque hoje, em sonho, sofri muito por causa dele”. Mas os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos convenceram a multidão a que pedisse Barrabás e mandasse executar Jesus. Então perguntou o governador: “Qual dos dois vocês querem que eu lhes solte?” Responderam eles: “Barrabás!” Perguntou Pilatos: “Que farei então com Jesus, chamado Cristo?”. Todos responderam: “Crucifica-o!”. “Por quê? Que crime ele cometeu?”, perguntou Pilatos.
Mas eles gritavam ainda mais: “Crucifica-o!”
Quando Pilatos percebeu que não estava obtendo nenhum resultado, mas, ao contrário, estava se iniciando um tumulto, mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão e disse: “Estou inocente do sangue deste homem; a responsabilidade é de vocês”.

Apoc.2:24: “No entanto, tenho contra você algumas coisas: você tem aí pessoas que se apegam aos ensinos de Balaão, que ensinou Balaque a armar ciladas contra os israelitas, induzindo-os a comer alimentos sacrificados a ídolos e a praticar imoralidade sexual”.

Que Deus nos dê a inteligência para compreender a Sua Palavra! Pois, muitos são hoje os que atentam pela Palavra de Deus, sem no entanto entendimento da mesma. Essa falta de discernimento é que faz com que muitos se tornaram presos de dogmas e filosofias religiosas baseados em rudimentos do mundo e mandamentos dos homens (Col.2:18,19). Numa suposta doutrina de Cristo, mas que não conduz essa gente na adoração verdadeira na Santíssima presença de Deus, nem lhes liga na cabeça que é Cristo. Pois, muitas são as “verdades” das igrejas, mas que no entanto contradizem a Verdade de Deus. E, a Bíblia nos ensina que esses cultos têm uma certa aparência da piedade e santidade, mas no fundo não tem nenhum mérito, sendo apenas baseados em humildade fingida e severidade para o corpo; para a satisfação da carne.
Não basta sermos sincero na nossa maneira de adorar, é preciso sermos sincero naquilo que está de acordo com a Palavra de Deus.
Aqui está o objectivo de toda a minha pregação ou testemunho do Evangelho: vos despertar (a Igreja do Cristo) sobre o momento profético dominado pela grande apostasia em que vivemos: este tempo caracterizado pela grande escuridão que cobre os povos, e trevas que se abateram sobre toda a terra (espiritualmente falando) de acordo com a Escritura de Is.60:1,2.
E, sabendo que não existe nada de novo debaixo do céu, o Espírito Santo, em nós, está à tentar estabelecer aqui um paralelismo… uma analogia entre os últimos momentos que caracterizaram a vida e ministério de Jesus Cristo, e as últimas horas da Sua Igreja (Esposa) na terra.
“Não há discípulos maior que o seu Mestre. Pois se fizeram isso ao Mestre da casa…”. Palavras simples, profundas e no entanto cheias de Verdade que muitas vezes lemos sem compreender. Jesus queria apenas aqui dizer que o que aconteceu com Ele, acontecerá com os Seus. Pelo que estamos à meditar aqui sobre o que aconteceu com Jesus naquela noite de angústia, e depois, tentar por analogia (porque essas coisas são alegóricas) compreender o que se passa com a Igreja nessa noite que caracteriza o tempo da apostasia generalizada. Noite em que Jesus é traído por aquele que um dia comungou na Sua doutrina, e é negado por aquele adorador que um dia fez uma excelente proclamação pública da sua fé.
Judas O traiu, não porque não O conhecia, pois O conhecia melhor do que muitos; e Pedro o negou, não porque não O amava, mas sim por medo de defender a razão da sua esperança diante de uma multidão de opositores na doutrina de Cristo; enfurecida com a Verdade de Deus. Mas, há um dia determinado por Deus em que toda criação vai confrontar-se com esse mesmo Jesus, estabelecido Juízo sobre tudo: uns para glória, outros para a vergonha; uns para serem exaltados, outros para serem humilhados.
E, tal Eliezer enviado a terra de Labão, não voltou sozinho, mas sim trazendo consigo a Esposa do filho do seu senhor, assim o Espírito Santo foi enviado para preparar a Esposa do Filho de Deus e conduzi-la na Sua presença. E, enquanto durar o ministério do Espírito Santo, o mistério da iniquidade será detido até que o Espírito junto com a Esposa sejam tirados do meio. Então será manifestado o Anticristo que virá à seu tempo.
Tudo o que dissemos no capítulo precedente sobre a falsa adoração se confirma nos nossos dias. Pois, é notório que aí onde se prega o Evangelho da Verdade aflui pouca gente, porque a multidão de adoradores (frequentadores de igrejas) está mais interessado pelo seu bem-estar (considerando a Verdade como fonte de lucro) do que pela salvação. Tal como Judas, muitos são os que querem apalpar os benefícios visíveis e imediatos da sua fé. E, aquilo que para muitos é um gesto de amor, e zelo para a adoração não passa de uma fachada, hipocrisia e fingimento religioso. Aqui está o beijo de Judas.
Eles não O amam para a salvação, mas sim porque o Nome de Jesus garante lucros. E, muitos hoje são os que vivem e sobrevivem do nome de Jesus: um ganha – pão.
Agora, olhamos para essas outra coisa que aconteceu naquela altura: a aliança entre a Religião e o Estado.
  Primeiro: a Verdade foi presa, maltratada, humilhada e desprezada na casa do sumo-sacerdote e seu sinédrio. O que é uma alegoria para os tempos presentes em que a Verdade se vê de novo prisioneira da religião dos homens que ultrajam Cristo, a Sua doutrina e os que são verdadeiramente Seus discípulos por guardar essa doutrina tal como nos foi transmitida desde o princípio.
Os sacerdotes, os profetas, os falsos ungidos do último tempo (falsos cristos), seduzem à muitos depois de enfraquecer a Verdade. Isso, para que se cumpra também para nós, neste último tempo o que diz a Escritura: “Ferirei o pastor e as ovelhas se espalharão”.
Vejam que a sedução não pode operar lá onde a Verdade é anunciada, e enquanto houver uma verdadeira unção operando num instrumento de Deus. Pelo que, a estratégia do diabo é simples: humilhar os ungidos de Deus para enfraquecer e desanimar os seguidores ou discípulos da Verdade; tal como o fez com Jesus naquela noite. Por isso, um verdadeiro servo de Deus deve estar preparado à suportar essa afronta, e considerar tão-somente a glória que lhe é reservada depois dessa momentânea e leve tribulação presente.
Jesus saiu daquele pátio… da casa do sumo-sacerdote. Os principais dos sacerdotes e dos fariseus o levaram aonde? Diante do Pilatos, um governador mundano que nada tinha à ver com a fé. Pois, nem sequer adorava o Deus dos judeus; nem era seguidor de Jesus. Pilatos tão-somente se dedicava nos assuntos socio-políticos ou económicos do país. Mas, a batalha do diabo para a destruição da Verdade devia envolver também o poder político. Pelo que, a religião aliou-se ao Estado para destruir a Verdade. Que o inteligente compreende! Pois, isso não pode passar despercebido ao entendimento dos eleitos. Só assim conseguiremos discernir e interpretar o que se passa hoje em matéria de política religiosa no concerto das nações e que culminará, à seu tempo, com o reinado do Anticristo.
Pilatos não era conhecedor, nem entendedor da doutrina de Deus. Ele nem sequer era capaz de discernir entre uma verdadeira e uma falsa doutrina, como muitos dos nossos políticos hoje que se encontram envolvidos no tumulto dos fenómenos religiosos.
Naquele dia houve tumulto em Jerusalém por causa da doutrina de Deus e, cabia à um governador… um príncipe pagão decidir do destino da Verdade de Deus, sem ser conhecedor nem entendedor da mesma. Ora, no lado do Pilatos tinha agitadores. E, esses agitadores não eram políticos, mas sim chefes e líderes religiosos que rejeitavam a Verdade de Deus. Porque a doutrina de Deus ameaçava os seus próprios interesses e lucros (meditar Mat. 23). Assim está à acontecer também nestas últimas horas da Igreja na terra, em que a profecia de Apocalipse 12 revela o dragão pressionado a mulher grávida. O que foi é o que será!
Pilatos não achou nenhuma culpa em Jesus, mas estava sendo pressionado pelo próprio diabo que agia por detrás dos líderes da maior religião da Antiga Aliança. Não é Satanás o príncipe deste mundo? Pelo que quando Pilatos se recusou em condenar Jesus, convicto da sua inocência, viu o seu próprio trono ou lugar ser ameaçado (Jo.19:12). Ele bem sabia que os líderes religiosos eram movidos pela inveja; mas cedeu por medo de perder a sua própria influência e privilégio.
Vejamos o que acontece hoje: a lei universal não reconhece e garante a liberdade dos cultos, desde que esses não perturbem a ordem social e a tranquilidade? Mas, porque esse tumulto? Porque sofremos ainda apertos e somos pressionados? Por causa justamente da agitação dos líderes religiosos que comem na mesa dos reis e que por inveja (também), combatem os verdadeiros adoradores; acusando-os injustamente de serem seitas perniciosas que ameaçam e pervertem a identidade cultural da nação, e de todos outros males. Na verdade, não é a identidade cultural que é ameaçada pela Verdade, mas sim a ordem religiosa tradicional que estremece nos seus fundamentos pela revelação da Verdade. Sim, a Verdade de Deus ameaça o formalismo ou legalismo religioso estabelecidos. É disso que esses líderes temem.
Diante do poder político, esses religiosos que acusavam Jesus, inventaram até motivos de carácter meramente político, pervertendo até a essência da doutrina de Jesus. Em Lc.23:2, por exemplo, eles alegaram que Jesus proibia aos homens de pagar o tributo à César. Ora, todos nós sabemos que isso nunca aconteceu.
As más decisões tomadas contra a Igreja do Cristo, assim como algumas medidas restringindo a sua liberdade, são frutos dessa agitação dos líderes religiosos animados pelo mesmo espírito que operava contra Jesus, e hoje contra nós; para aniquilar a Verdade de Deus. Eles buscam motivos hoje, como na altura buscaram motivos contra Jesus. Sim, o poder político tem hoje um mau conselheiro na matéria da religião: os líderes religiosos que tentam persuadirem os príncipes mundanos de que a Igreja constitui um perigo para a nação; para o desenvolvimento ou para o equilíbrio do poder político. Enquanto a Igreja verdadeira luta tão-somente para a salvação das almas.
A Igreja não é uma tribuna para falar da política, das eleições… ou de algo semelhante. Aqui ouve-se tão-somente a mensagem da Palavra de Deus, com fins de alcançar a fé para a salvação.
Tal Pilatos, tomado no fogo cruzado dos conselheiros bons e maus… pois tínhamos: de um lado, a mulher que, divinamente revelada tentava convencê-lo da inocência de Jesus, e do outro, os líderes religiosos e seus fanáticos adeptos à pressioná-lo à crucificá-Lo; assim é o poder político de hoje.
Os líderes religiosos persuadiram a multidão à exigir a libertação de Barrabás e pedir a morte de Jesus.
O Senhor Jesus na carta à Igreja de Pérgamo (Apoc.2:14) diz o seguinte: “algumas coisas tenho contra ti; porque tens aí os que seguem a doutrina de Balãao, o qual ensinava Balaque à lançar tropeço diante dos filhos de Israel…”.                                         
Aquando do êxodo de Israel do Egipto para Canaã, ao chegar nas portas de Moabe, a intenção dos filhos de Israel era simplesmente passar por lá e prosseguir a sua marcha rumo Canaã: a terra das promessas. Nunca era intenção do povo de Deus (a assembleia de Israel) apoderar-se de Moabe e afixar-se aí. Este é também o problema dos verdadeiros filhos de Deus: não se trata de conquistar o poder político da terra da nossa peregrinação; nem de amontoarmos os bens que aí se encontram. O nosso alvo verdadeiro é a glória vindoura que será revelada aquando da vinda do Esposo. Essa é a nossa vocação!
Moabe era apenas um caminho, mas Balaque, o rei, temendo de perder o seu poder, reino e trono; ao ver aquele povo se aproximar, fez aliança com o falso profeta Balaão que (é preciso o sublinhar) tinha alguma capacidade de ter visões e fazer predições, para amaldiçoar aquele povo, afim de o destruir. A Bíblia diz que Balaão era um adivinho que se fazia passar por profeta de Deus. E, Balaão dedicou-se à procurar as FRAQUEZAS de Israel para o poder amaldiçoar. Exactamente como os sacerdotes judeus buscavam motivos para condenar Jesus.
É a mesma coisa que acontece nessas últimas horas da Igreja na terra (ver Apoc.12 – A mulher e o dragão). Nessas reuniões que juntam políticos e religiosos para legislar na matéria de cultos, a verdadeira Igreja de Cristo não é tida nem achada… nem sequer ouvida. Os que comem na mesa dos reis são esses edificadores (sacerdotes) que rejeitaram a Pedra Principal que paras eles se tornou numa rocha de escândalo.
Hoje também, o poder político (como Balaque) teme pela expansão do fenómeno religioso; pela proliferação dos cultos. O poder político vê nisso um fenómeno perturbador e destabilizador; uma ameaça na estabilidade socio-económico e cultural. Todavia, todo homem bem instruído na Palavra de Deus sabe que a verdadeira Igreja de Jesus não constitui nenhuma ameaça (senão para os que se servem do Nome de Jesus para interesses próprios).
O que quero hoje, é que os eleitos possam discernir por detrás das simples aparências das coisas: que não se trata de uma luta carnal mas sim, duma batalha espiritual para o aniquilamento da Verdade de Deus
Assim como aconteceu nas últimas horas de Jesus, assim acontecerá para com a Sua Igreja que, nos últimos dias, tornar-se-á numa pedra pesada, não só para a liderança da nova ordem religiosa mundial, mas também para o poder político temporal (figurado por Balaque). É, temos hoje também a aliança Religião – Estado que culmina num movimento ecuménico das igrejas com a bênção do Estado, e a perseguição de todos que se afastam dessa nova ordem religiosa. Ora, esse movimento ecuménico é uma cilada para a verdadeira Igreja, que se vê preso nesse jugo desigual; vendo-se obrigado a fazer compromissos com a Palavra de Deus para agradar à homens, não à Deus, cuja Lei é clara (ler 2 Cor.6:14-18).
Ora, vejamos… Balaão tinha conhecimento da Lei de Deus. Ele bem sabia que Deus aborrece esses tipos de aliança, entre o fiel e o infiel; desde a recomendação expressa feita à Israel por intermédio de Moisés ao sair da terra do Egipto. Pois, que lê atentamente a Escritura de Ex.23: 32,33 sabe que o ecumenismo é um laço para o tropeço do povo de Deus na Palavra que Deus falou. Quem eram os moabitas? Senão os descendentes do Ló. E, os israelitas? Senão os descendentes de Abraão. E Ló e Abraão eram parentes. O que quer dizer que tinha no começo algo em comum. Tal como o Cristianismo tira sua origem da Igreja do Cristo. Pelo que, o falso profeta Balaão instigou, inspirou e incitou Balaque aos empurrar nessa aliança proibida que se transformou num laço que fez pecar Israel diante de Deus; para a alegria de Balaque e dos moabitas. Ora, essa aliança não foi aparentemente violenta… tudo começo por um pequeno convite, aparentemente inofensivo. Satanás era por detrás disso, mas Israel não teve o discernimento necessário e caiu na prostituição e muitos deles ficaram prostrados no deserto. O que foi é o que será! Hoje, a Igreja também, vencida por alguns que, no meio dela são ligados à doutrina de Balaão (Apoc.2:14), caiu sem discernimento nessa armadilha para tropeçar na prostituição espiritual que afasta muitos da corrida para a glória prometida. Que pode entender isso?
Tudo começa por um pequeno convite: “Somos todos um, adoramos um só Deus… vamos nos unir para formar conselho desse ou daquilo”: conselho das igrejas de reavivamento; conselho das igrejas independentes, conselhos das igrejas não reconhecidas pelo governo, etc. Tudo se resume numa única palavra: o ecumenismo. E, esses cultos ecuménicos juntam fiéis com infiéis, puros com impuros, santos com devassos, os da luz com os das trevas… num verdadeiro laço para a Igreja de Cristo (uma figura da assembleia de Israel no deserto).
Qual era o pecado de Daniel na Babilónia? Não servia ele fielmente o rei e cumpria com dedicação as suas tarefas? Mas, Daniel começou à ter problemas com o rei, quando este queria se intrometer no seu culto… quando este rei quis arrojar para si o direito de ser adorado por Daniel no lugar de Deus. Aí começou a perseguição daquele homem cujo único pecado era de não querer confundir nem misturar a cidadania com a adoração. Está determinado que tal coisa acontecerá de novo no fim dos tempos, e por causa disso, muitos serão perseguidos.
Naquele dia, os líderes religiosos (o sinédrio) e Pilatos, junto com Herodes (os dois não se entendiam até lá) se uniram contra Jesus, O Ungido de Deus. Para que se cumpra a profecia: “Por que se enfurecem as nações, e os povos conspiram em vão? Os reis da terra se levantam, e os governantes se reúnem contra o Senhor e contra o seu Ungido. De fato, Herodes e Pôncio Pilatos reuniram-se com os gentios e com o povo de Israel nesta cidade, para conspirar contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste. Fizeram o que o teu poder e a tua vontade haviam decidido de antemão que acontecesse” (Sal.2:1,2; At.4:25-28).
         Assim estava determinado no Conselho de Deus, assim aconteceu (tanto para o Senhor como para os Seus ungidos na era primitiva). Assim está também determinado hoje que a Igreja passará pela grande apostasia e os que querem viver piedosamente serão perseguidos; assim acontecerá (ler Is.59:1-15).
E, Satanás, nesse dia do fim, não poupará os meios no seu combate contra a Verdade de Deus. Por que esse tumulto hoje? Por que conspiram os povos hoje e pensam coisas vão? Estamos à viver as últimas horas da Igreja na terra. Quem se levantará nessa geração com o zelo de Finéas contra Moab, ou de Pedro e os demais contra o sinédrio, para o triunfo da Verdade de Deus?

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