O apelo de Deus no último tempo e os povos misturados

O que acham disso? A palavra da promessa foi dirigida à Abraão, dizendo: Sabe com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos; sabe também que eu julgarei a nação a qual ela tem de servir; e depois sairá com muitos bens.(Gen.15: 13,14)
         No dia do cumprimento desta profecia, Deus disse a Moisés: “Com efeito tenho visto a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheço os seus sofrimentos; e desci para o livrar da mão dos egípcios, e para o fazer subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel; para o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do perizeu, do heveu e do jebuseu.” (Ex.3: 7,8)
           
É importante que eu digo aqui o que o Senhor me revelou para despertar a compreensão de seu povo sobre a obra que Deus tem realizado no último tempo:
No dia em que Moisés regressou para o Egito, ele foi então anunciar: a) o fim do cativeiro de Israel, b) o êxodo ou saída do Egito e c) o regresso à Canaã. Relacionando essas coisas com a obra de restauração da Igreja na fé primitiva com vista ao arrebatamento, a mensagem da restauração veio à terra para: a) anunciar ao povo de Deus, o fim do cativeiro espiritual no dogmatismo religioso inspirado pela Babilônia, a grande prostituta, b) chamar o povo de Deus fora da organização dos infiéis e idólatras religiosas (2Cor.6:14-18) e c) reestabelecer e firmar este povo no fundamento da fé primitiva ou original segundo a sã doutrina. Pois é aqui o lugar de reencontro do Esposo com Sua noiva adornada para as bodas.
No entanto, do ministério de Moisés, é absolutamente necessário distinguir estas duas etapas distintas:

  1. O Ministério de Moisés - Profeta: No Egito, ele foi para anunciar o fim do cativeiro num ministério essencialmente fundamentado no "Assim diz o Senhor", apoiado e confirmado pelos grandes sinais. Tanto é assim que a Escritura afirma e confirma: E nunca mais se levantou em Israel profeta como Moisés, a quem o Senhor conhecesse face a face, nem semelhante em todos os sinais e maravilhas que o Senhor o enviou para fazer na terra do Egito, a Faraó: e a todos os seus servos, e a toda a sua terra; e em tudo o que Moisés operou com mão forte, e com grande espanto, aos olhos de todo o Israel.” (Deut.34:10-12)

Todavia, é capital sublinhar que, esses sinais foram essencialmente operados na terra do Egito: contra o Faraó, contra os seus servos e o seu país. À quem pois Deus opunha a Sua mão forte, por meio desses sinais? Senão contra os incrédulos egípcios e o príncipe deles. Pelo que, os milagres operados eram sinais para os não-crentes; para forçá-los à deixar partir o Seu povo, em cumprimento da profecia. Todavia para os crentes (Israel, pois), o sinal era justamente essa profecia confirmada que anunciava o fim do cativeiro e da opressão; assim como o êxodo ou saída do Egito.

  1. O Ministério de Moisés - doutor: Saindo do Egito, Israel não partiu sozinho. Havia entre eles uma grande mistura de gente (Ex.12: 37,38). Aqueles que não eram filhos da promessa. Eles não saíram fora do Egito, por crerem em Deus. Eles foram atraídos pela mão forte do Senhor e se misturaram com Israel, para desfrutar do poder manifesto do seu Deus e das grandes riquezas que Deus deu a Seu povo no dia em que saíram do Egito. Em verdadeira raça de víboras, eles partiram para escapar da ira de Deus e também para conservar seus grandes posses. O motivo deles era o lucro e outros benefícios materiais. Entenderam isso?

Vedes pois que, esses povos misturados também atravessaram o mar vermelho. O que é uma figura daqueles que fazem parte da Assembleia (Igreja) visível do povo de Deus, e que se fazem também batizar (a figura do Mar Vermelho), sem no entanto ser arrependidos ou convertidos. Poderão contudo entrar, todos, na terra das promessas? Não! Entre deixar o Egito e entrar em Canaã, temos o DESERTO. E é neste intervalo (deserto) que se manifesta o ministério de Moisés - ensinador. Por quê? Porque o povo que foi chamado para fora do Egito, devia ser aperfeiçoado antes de entrar na terra prometida. E aqui onde Moisés lhes transmitiu, e ensinou todos os preceitos e mandamentos divinos que os permitiriam de: permanecer na aliança divina e herdar as promessas. Pois, É AQUI ONDE A ARCA DA ALIANÇA É REVELADA! E, foi este ministério de Moisés – doutor que conduziu o povo até a terra de Canaã. Um ministério que, contudo, foi concluído por Josué. Pois, à este último foi dito o seguinte:
“ Moisés, meu servo, é morto; levanta-te pois agora, passa este Jordão, TU e todo este povo, para a terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo dei, como eu disse a Moisés (…) Como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei. Esforça-te, e tem bom ânimo, PORQUE TU FARÁS A ESTE POVO HERDAR A TERRA QUE JUREI A SEUS PAIS LHES DARIA. Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, cuidando de fazer conforme toda a lei que meu servo Moisés te ordenou…” (Jos.1:2-7)

Muitas vezes, pessoas tentam atribuir à Deus o que Ele na verdade nunca disse. É daqui onde nascem as interpretações particulares da profecia que geram as heresias. Ora, a fé nessas heresias leva à morte; não a vida. Porque, a herança das promessas é condicionada pela nossa obediência à Palavra que saiu da boca de Deus.
No dia em que Deus se revelou à Moisés, está escrito:
Ex.3: 7,8: “Então disse o Senhor: Com efeito tenho visto a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheço os seus sofrimentos; e DESCI para o livrar da mão dos egípcios, e para o fazer subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel; para o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do perizeu, do heveu e do jebuseu.”
Em Ex.4:21-23, está escrito: “Disse ainda o Senhor a Moisés: Quando voltares ao Egito, vê que faças diante de Faraó todas as maravilhas que tenho posto na tua mão; mas eu endurecerei o seu coração, e ele não deixará ir o povo. Então dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito; e eu te tenho dito: Deixa ir: meu filho, para que me sirva; mas tu recusaste deixá-lo ir; eis que eu matarei o teu filho, o teu primogênito.”

Eu me pergunto, porquê e como poderia Moisés tornar-se objeto de culto em Israel! Uma profunda meditação da primeira escritura nos revela que em nenhuma circunstância, Deus teria dito que seria Moisés quem libertaria o Seu povo. Ele sempre usou o "Eu" para que não haja equívoco nem ambiguidade sobre a obra que o próprio Deus estava fazendo no tempo determinado, de acordo com o que Ele prometeu a Abraão. E, na segunda escritura, fica claro que a missão de Moisés foi realizar apenas os sinais que Deus havia colocado em sua mão diante de Faraó, e transmitir-lhe o Assim diz o Senhor: Deixa ir meu filho, para que me sirva. Muita gente se pergunta por que Moisés não entrou na terra de Canaã... Será que Deus mudou de ideia ao longo do caminho; e, tendo sido surpreendido com a atitude de Moisés, teria decidido na hora que este não iria entrar na terra prometida? Não! E isso não deve nos escapar:
Deus disse em Ex.3: 8: “Desci para o livrar da mão dos egípcios, e para o fazer subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa…”. Notamos, portanto, duas coisas nesta profecia acerca do que Deus decidiu fazer naquele dia: a) libertar Israel da mão dos egípcios e lhe fazer sair do país; b) lhe fazer entrar na terra de Canaã. Aqui está! Deus veio cumprir exatamente o que Ele havia prometido a Abraão. Agora, qual era a missão de Moisés?
Em Ex.4: 22,23, está escrito: Então dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito; e eu te tenho dito: Deixa ir: meu filho, para que me sirva; mas tu recusaste deixá-lo ir; eis que eu matarei o teu filho, o teu primogênito.”
Uma coisa é óbvia aqui: pese embora a Palavra da promessa (Gen.15: 13,14) devia se consumar com o regresso de Israel na terra de Canaã, o ministério de Moisés veio apenas cumprir a primeira parte dessa profecia que consistia em chamar Israel fora do Egito. O próprio Moisés confirmou a sua missão neste sentido na presença de Faraó, como o testifica a escritura de Ex.5.1: “Depois foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto”.Quem foi pois que ensinou que Moisés foi para liderar o povo até na terra prometida? Note-se que Moisés não disse: "em Canaã"; ao invés disso ele diz: "no deserto". Vejam pois como as pessoas atribuem à Deus o que Ele não disse? Quanto à segunda ou última parte desta profecia: ela se cumpra claramente em Josué, como é do conhecimento de todos.
A má compreensão do Conselho de Deus surge à partir da má interpretação da Profecia. Repito: Deus nunca disse que Moisés iria levar Israel para Canaã. Em vez disso, ele disse: “Desci para o livrar da mão dos egípcios, e para o fazer subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa…”. Pelo que, foi o próprio Deus quem andou com Moisés para chamar a Israel fora do Egito; e, também foi Ele quem andou com Josué, como O fez antes com Moisés. Como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei…”. Por quê? Para fazer entrar o Seu povo na terra prometida, é claro: “…porque TU farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria.
            Bem-aventurados são aqueles que compreendem estas coisas que são relacionadas à obra da restauração no último tempo! O Senhor Jesus nunca ensinou que as dez virgens acenderam as suas lâmpadas e saíram para ir ao encontro do Esposo, no tempo da tarde; e neste tempo da tarde se reuniram com Ele. NÃO!
Pois, ai de vós se não tiverem os olhos para ver essa coisa; e sobretudo entender isso: no dia em que Deus chamou Israel para fora do Egito, Canaã era habitada por seis nações: os cananeus, os heteus, os amorreus, os perizeus, os heveus e os jebuseus; sendo pois Israel, a sétima nação à possuir a terra. O ministério de Moisés no Egito é uma figura da mensagem de Deus dirigida à esta sétima geração que recebeu a promessa de herdar Canaã; quando Deus decretou o fim do cativeiro e que ecoou o apelo para sair da terra do Egito. No deserto, faltou o discernimento ao povo; pelo que a maioria deles ficaram prostrados lá, e não puderam entrar na terra prometida. No fim, Deus levantou Josué. Para substituir Moisés? Não! Mas sim, para completar a obra que Deus começou pelo ministério de Moisés. A mesma coisa acontece no fim das eras de Igreja: na sétima era, Deus enviou uma mensagem ao Seu povo para o fazer sair da igreja organizada. Isto foi no tempo da tarde. Mas, assim como o Senhor na parábola ilustra isso pela dormência e sonolência que se apoderou das virgens no meio da noite; assim faltou também o discernimento à esta geração de adoradores que compõem a sétima idade, figurado pela Igreja de Laodiceia. E, muitos dos que receberam o apelo para sair caíram, tais virgens loucas; e não puderam obedecer no apelo para entrar na sala das bodas. No entanto, no meio da noite, pouco antes do arrebatamento, fez-se ouvir para nós o apelo (clamor) que deve levar-nos na presença do Noivo.
            Para aqueles que receberam a compreensão dessas coisas, trata-se dum autêntico ministério do Espírito Santo que irá completar a obra de Deus pela Igreja.
O amado pregador William Branham que extensamente apregoou sobre essas coisas, demonstrou na sua pregação ilustrando as sete eras da Igreja, que existe claramente uma brecha entre a sétima idade ou era, e a Pedra de remate. Brecha na qual se pode ler claramente: ESPÍRITO SANTO. Foi pois acerca de nós que ele falava essa coisa; profetizando sobre a obra que Deus iria realizar pelo nosso ministério; aí onde iria parar o ministério do sétimo anjo: o de Laodicéia.
Bem-aventurado pois, aquele que não se escandalizar em mim!
Mas quem foi que ensinou aos branhamistas que é o homem chamado Branham que iria conduzir a Igreja de Cristo na Sua presença? Isto é contra a Palavra! E, nem Deus, nem ele mesmo poderia afirmar tal coisa!
Se no tempo da tarde, como nos explica a parábola das dez virgens, essas saíram para ir ao encontro do Esposo; gostaria de repetir mais uma vez (e ai de mim se não o fazer): entre a hora em que as virgens ouviram o apelo para sair no tempo da tarde (a figura do êxodo do Egito), e o apelo para entrar na sala das bodas (uma ilustração da entrada em Canaã), veio a noite escura (a figura da travessia do deserto). E, é no meio da noite que se manifesta o ministério que aperfeiçoa a Esposa do Cristo e a conduz na sala do banquete; na presença do Noivo. E, se quereis dar crédito: é este ministério que é então caracterizado pelo CLAMOR DO MEIO DA NOITE. COMPLETANDO ASSIM, A OBRA DE RESTAURAÇÃO, QUE INICIOU COM O APELO PARA SAIR DA ORGANIZAÇÃO (pelo ministério manifestado no tempo da tarde), E TERMINA COM A ENTRADA DA NOIVA NA SALA DAS BODAS (pelo ministério figurado pelo clamor da meia-noite). Porque lá (na sala das bodas) não poderão entrar não poderão entrar os povos misturados; ainda conhecidos como a multidões mistas de pessoas de todas as espécies. Jamais! Somente a noiva, representada pelas virgens prudentes chegará ao trono do Noivo (Apoc.3: 21). Como está escrito:
“Mas Deus não se agradou da maior parte deles; pelo que foram prostrados no deserto.” (1Cor.10: 5)

Assim, nós vemos e compreendemos essas coisas que foram escritas para instrução nossa, quando a maioria dos que saíram no Egipto, caíram no deserto. E, só a geração nascida no deserto, incluindo Josué e Caleb entraram em Canaã. Por quê? Por causa de sua desobediência! Ora, eles não desobedeceram no tempo do ministério do profeta; foram sim rebeldes sob o ministério do ensinador.
Há ainda uma geração adúltera no nosso meio que pede um milagre, para acreditar na obra que Deus tem realizado no nosso meio, hoje? Que o inteligente entende essas coisas!
Porque, se o ministério do profeta foi caracterizado por: todos os sinais e maravilhas que o Senhor o enviou para fazer na terra do Egito, a Faraó: e a todos os seus servos, e a toda a sua terra;para confirmar o “Assim diz o Senhor”; o do doutor (ou ensinador) foi sobretudo caracterizado pelos: sinais que a mão forte do Senhor operou com grande espanto, aos olhos de todo o Israel.”
Sim, felizes são aqueles que entendem isso! Pois no deserto Deus realizou três grandes sinas: Ele deu-lhes à comer o MANÁ que caiu do céu; a ÁGUA que saiu da Rocha e a serpente de bronze que Moisés levantou para dar vida, pela fé, aos rebeldes arrependidos. O que é uma prefiguração da Palavra revelada: a comida que nos alimenta e a água que sacia nossa sede, até recebermos a herança das promessas; assim como a fé para salvação que dá vida a todos aqueles que, arrependidos de seus maus caminhos, acreditam na Palavra revelada e olham à Cristo (o Filho do Homem levantado) para ter a vida (Jo.3:14,15).
Estes são os prodígios que foram feitos aos olhos de todo Israel. Sinais sim, para os crentes (filhos de Israel), e não para os descrentes (egípcios). Pois, aquele manjar era a carne de Cristo e a bebida espiritual, o Seu sangue; segundo o que nos é revelado pelo próprio Senhor:
Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como pode este dar-nos a sua carne a comer? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebido. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.” (Jo. 6:49-56)

Agora entendem porquê esses povos misturados se aborreciam do maná? Por não entender o mistério de Deus, no que toca o maná (o pão) que lhes foi dado por alimento no deserto. Alguém percebeu nesta escritura que, é exatamente a mesma reação que teve alguns judeus no dia em que a pregação de Jesus fazia de novo referência ao verdadeiro pão do céu? Quem pode entender isso entenda!
No deserto, não houve outros milagres, senão a mão de Deus que se levantou com grande espanto aos olhos de todo o Israel pelos castigos que se abateram sobre os rebeldes para os exterminar da congregação no deserto… quando eles murmuraram contra Deus e Seu servo Moisés e Miriam foi castigada com a lepra; quando contestaram a Moisés e a Arão e a terra engoliu os rebeldes; quando Deus lhes castigou com as serpentes ardentes, etc.
Como está escrito:
“ Não vos torneis, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar. Nem nos prostituamos, como alguns deles fizeram; e caíram num só dia vinte e três mil. E não tentemos o Senhor, como alguns deles o tentaram, e pereceram pelas serpentes. E não murmureis, como alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor. Ora, tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.” (1Cor.10:7-11)

            Pelo que repito, mais uma vez: Bem-aventurado é aquele que não se escandalizar em mim!

Que Deus vos abençoe!

Dr. Tiago Moisés