O LOGOS VINDO NA CARNE :

UM “DEUS UNGIDO”

“Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel. (Is. 7.14)
“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. (Is.9 :6)
“No princípio era o VERBO, e o VERBO estava com Deus, e o VERBO era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. (Jo.1.1-3)
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do UNIGÊNITO do Pai. (Jo.1.14)
“Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho? E outra vez, ao introduzir no mundo o PRIMOGÊNITO, diz: E todos os anjos de Deus o adorem. Ora, quanto aos anjos, diz: Quem de seus anjos faz ventos, e de seus ministros labaredas de fogo. Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e ceptro de equidade é o ceptro do teu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros; e: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, e os céus são obras de tuas mãos (Heb.1.5-10)

Estamos aqui perante cinco escrituras divinamente inspiradas à pessoas diferentes; em circunstâncias de tempos e lugares diferentes. Todavia, todas essas escrituras convergem numa só e única Verdade: o anúncio da vinda sobre a terra de UM “Filho Unigénito” levando o nome de Deus; e tendo os atributos da divindade.
Os evangelhos inspirados confirmam a profecia de Isaías; dando-nos a identidade da virgem que iria dar luz ao “menino” com atributos divinos. Temos neles, a certificação uma vez mais da divindade deste “Filho”; a confirmação do nome do menino previamente anunciado na profecia de Isaías; assim como revelado a sua identidade na terra: Jesus de Nazaré! Aquele em quem todas essas profecias se cumpram.
“Ora, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. Disse-lhe então o anjo: Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. (…) Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Este será grande e será chamado filho do Altíssimo…” (Lc.1 :26,27 e 30-32)

“E, projectando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o (Filho) que nela se gerou é do Espírito Santo; ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Ora, tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito da parte do Senhor pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus connosco.” (Mat.1 :20-23)
Temos pois aqui a certificação das sagradas escrituras de que Jesus é o Emanuel. Porém, a encarnação (personificação) da divindade no meio do Seu povo.
Ora, na Sua essência, a divindade é Única. Deus sendo UM. Como poderia Ele ter-se encarnado no Emanuel e permanecer no céu? Aqui está o mistério da nossa piedade (nós os que não adoramos divindades; mas sim UMA única): Deus é Espírito; Invisível. Todavia, Ele deu-se conhecer aos homens ao “gerar” a Sua própria Palavra. Pelo que, Deus falou no princípio para dar-se à conhecer e, revelar o Seu Conselho em toda criação. Assim, O Deus que era Espírito na Eternidade, tornou-se Espírito e Palavra no princípio. Foi pois o Seu Verbo (O LOGOS) que revelou a Sua existência. Foi por Ele (O LOGOS) que Deus criou todas as coisas que existem. Pelo que foi dito que O LOGOS estava com Deus no princípio; e era o próprio Deus. Não se trata de uma outra “pessoa” da divindade: O LOGOS ERA O PRÓPRIO DEUS. Foi o Grande Espírito Divino que gerou a Sua própria Palavra. E o VERBO assim “gerado” era “Ungido da divindade” para realizar todo o projecto que o Grande Espírito tinha concebido. Sim, a Palavra que saiu da boca de Deus ou o Verbo divino era da mesma natureza que o próprio Deus; PARA REALIZAR OS PROPOSITOS DO ETERNO:
“Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.” (Is.55.11)
Aqui está o entendimento de Jo.1:1-3. A Palavra de Deus que saiu da boca de Deus é o próprio Deus falando.

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