A PALAVRA FEITA CARNE

Que Deus vos ajude agora à compreender a divindade que habite corporalmente em CRISTO na TODA Sua plenitude. (Col.2:9).                               Eu não me refiro aqui, à nenhum ensinamento recebido de qualquer pessoa que seja. Isto, para não alterar pela uma sabedoria humana, este Evangelho da revelação que o Senhor na Sua graça me confiou pela Sua bem-amada, essa igreja que é Sua esposa ou noiva e Seu corpo.                                        Consideramos agora nosso texto no Jo. 1:14:
“E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do unigénito do Pai; cheio de graça e de verdade “.
Antes de compreender a eterna verdade que contém esta Palavra da escritura, vejamos uma coisa nos versículos 1, 2 e 3:                                          “No principio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez”.                                                                                                                                                                          A criação manifestou as qualidades invisíveis de um Deus Imutável e Todo-Poderoso. Seu poder eterno e Sua divindade são manifestos nas Suas obras (sendo o homem a obra prima); de modo que podemos contemplar Sua infinita glória à través destas obras (Rom. 1:20).                                                         Se devemos considerar que: em Deus não há, nem mudança, nem sombra de variação (Tg. 1:17), entendemos então que, cada pessoa, cada coisa, qualquer que seja o sítio onde se encontra; cada evento que ocorre, contribuem todos infalivelmente no cumprimento do Seu eterno propósito.           Sem duvida nenhuma, esta é a característica essencial de Deus: ELE É O ETERNO “EU SOU”.                                                                                            Vedes isto? Deus é OMNICIENTE; e a omnisciência de Deus manifesta Sua presciência: Antes da queda, Deus bem sabia que Lúcifer, o querubim ungido viria à ser o diabo e que seduziria a raça humana à Eden. Deus sabia que Caim havia de matar o Abel; que os homens iriam encher a terra de violência e de injustiça. Antes que o mundo seja, Deus tinha no Seu pensamento eterno um plano para a redenção desses homens que por Ele, foram predestinado à herança da salvação, em Cristo Jesus. Isto, com vista de os fazer participar à Sua natureza divina pela regeneração. O milénio, a Nova Jerusalém e o resto... Tudo estava no Seu pensamento infinito desde o princípio. Ele levantou Satanás à propósito para manifestar Seu grande poder; afim que saibamos que Ele é Deus; que Ele tanto nos amou; que é para nós um Salvador, um Redentor, um Escudo, um Protector, um Refúgio, uma Fortaleza etc. Amem!                                                                                                    Ele quis que o mal fosse manifestado para que saibamos que Ele aborrece o mal e ama o bem; e que todos nós que fomos chamados à ser semelhantes à Ele, isto é, à herdar Sua vida eterna, aprendemos à fazer como Ele. E que, pelas boas obras que dantes preparou para que as possamos cumprir, sirvamos para louvor da Sua glória.                                                                A vaidade à qual está sujeita hoje toda a criação, que geme e sofre com dores de parto; os sofrimentos aos quais somos expostos todos os dias como ovelhas destinados ao matadouro. Gemendo também em nós mesmo, aguardando a adopção e a redenção de nossos corpos, nós os que fizemos parte do Seu corpo: a igreja, cuja dispensação desvendou Seu mistério oculto nas gerações precedentes... tudo estava, desde o principio, presente no Seu pensamento infinito e eterno. Deus conhecia o fim de toda coisa desde o princípio; nos tempos e nas circunstancias. Foi Ele que tudo concebeu. É ainda Ele que determina os tempos para tudo. É pois Ele, O Único e O Verdadeiro: O SENHOR.                                                                                                    E nós contemplamos à través Suas obras, três coisas: a presciência, a graça e a eleição. E nós temos crido, e conhecido que Ele é Deus e que fora dEle, não há outro. E ELE o Criador: O Pensamento Infinito e Eterno que tudo concebeu.                                                                                                   Tal como um homem que dispõem de um terreno e quer edificar nela sua morada... conseguem ver a ilustração? O proprietário do terreno tem no seu pensamento, a ideia exacta do que será sua futura morada. Ele sabe onde será a sala de estar, o seu quarto, e o de visitas (apesar de esses não ter sido manifestados ainda), dos filhos; de que lado colocar tal ou tal outra janela; o tipo do mobiliário e todos os acessórios etc. Entendeis isso? Ele tem uma ideia determinada do que será sua morada no fim, muito antes de ter posto o fundamento, ou ainda, de ter iniciado qualquer tipo de trabalho. E tudo isto, SEGUNDO O SEU BEL PRAZER, SUA PRÓPRIA VONTADE. Perceberam? Mas, para que a coisa seja realizada nos mais pequenos detalhes expressivos da sua vontade, ele utiliza um arquitecto para materializar o seu pensamento.              O arquitecto é pois, um executor! A partir da maqueta, ele materializa visivelmente o pensamento do proprietário da obra. Ele o clarifica; o faz conhecer. De modo que se pode conhecer de antemão, o sítio do futuro jardim, a diversidade de flores e árvores que poderão ser encontrados lá; os luminares, etc. Tudo está lá! Antecipadamente representado. Executado fielmente segundo o pensamento do Mestre da obra e sua vontade expressa nas suas palavras. O arquitecto é um tipo de profeta que anuncia previamente o cumprimento dos factos vindouros.                                                                                                 A mesma coisa ilustra toda obra da criação: o Pensamento ETERNO, INFINITO (que já conhecia o fim desde o princípio) e CRIADOR do Deus Vivo, Supremo e Unico, recorreu num arquitecto: SUA PROPRIA PALAVRA, que MANIFESTOU visivelmente Sua sabedoria infinita.                                                  A Palavra é a expressão do pensamento. Pelo que, a primeira coisa que o Grande e Invisível Deus produziu para chamar a criação na existência e manifestar todas as coisas foi: A PALAVRA; SUA PRÓPRIA PALAVRA.                        A Palavra de Deus: aqui está, a primeira de toda Sua criação. Deus FALOU no princípio para manifestar Sua sabedoria infinita (Prov.8:22), e todas as coisas que permaneciam até lá ocultas no segredo do Seu pensamento, vieram à existir.                                                                                            “No príncipio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez’”.
Compreendeis isto agora? Deus não fez nenhum acordo de qualquer natureza que seja, com quem for que seja. Ele não tomou conselho de um hipotético Deus Filho e um outro Deus Espirito Santo para o ajudar na obra. ELE SIMPLESMENTE SERVIU-SE DA SUA PALAVRA para manifestar o que já existia no Seu pensamento.                                                                      Vedes como a coisa é resplandecente de luz e de verdade. E Sua Palavra criou todas as coisas. A Palavra, era uma parte dEle mesmo. A Palavra, era a expressão do Grande Pensamento-Espírito que Ele era; a Mente-Invisível: DEUS. A Palavra estava no princípio – tal como um arquitecto junto de Deus – para manifestar visivelmente (revelar) ou fazer conhecer Seu eterno propósito (Jo.1 :18). Pouco importa o tempo que a coisa poderia levar... à partir do momento em que a Palavra saiu da boca de Deus até o seu cumprimento, o que importa é que Deus já tivera expressado o Seu propósito. O Arquitecto-Palavra já tivera manifestado a sua vontade criadora. Pelo que digo e repito: pouco importa o tempo que a coisa poderia levar, as circunstâncias e tudo... o que foi dito, isto se fará. Sim, “Assim disse o Senhor”, “Assim foi escrito”; “Assim será feito”. Seus decretos subsistem contra os conselhos e palavras de homens e Ele cumpra toda Sua vontade.                                                       Na eternidade, Ele era “O Grande Espírito invisível”; no tempo Ele tornou-se “A Palavra”. Como “Grande Espírito”, Ele tudo concebeu; como “A Palavra”, Ele manifestou Seu maior atributo: o do CRIADOR DE TODA AS COISAS. Énesta última forma, manifestação ou dispensação que Ele criou o mundo.                                                                                                            Considerai mais uma vez Jo. 1:3: a Palavra é o VERBO de Deus. Ora, o verbo é mais do que isso: uma linguagem, isto é, o uso da Palavra para expressão das ideias. Foi isso que Deus, o Grande Espírito fez: Ele serviu-se da Sua própria Palavra como de um arquitecto para manifestar visivelmente Suas ideias. Ele utilizou Sua Palavra para dar à conhecer o que Ele é, o que queria ou desejava fazer ou cumprir: Seu eterno propósito.                                                  Essa Palavra que estava no seio do Pensamento (pois, da abundâna do coração fala a boca) era o próprio Deus. Essa Palavra estava com Ele e Ele serviu-se dela; Ele fez uso dela; a utilizou para fazer toda coisa. É por meio da Palavra que Deus fez toda coisa. Se bem que, SEM ELA NADA DO QUE FOI FEITO SE FEZ. O contrário não podia ser. Pois, fora de que está expressa na Palavra, nada é. Tudo o resto é pois invenção do homem; sua religião, sua própria filosofia, que serve apenas para sua ruína e decadência.                                 Em Prov.8:22-30, esta Palavra exprime-se como sendo a própria Sabedoria de Deus:                                                                                              “O Senhor me possui no princípio de Seus caminhos, e antes de suas obras mais antigas (vedes pois, que no princípio, o Pensamento-Espírito produziu antes de nada, a Palavra). Desde a eternidade fui ungida, desde o princ/oio, antes do começo da terra... EU ESTAVA COM ELE e era seu aluno...”.
A Palavra era Deus, Ela estava com Deus (Jo. 1:1). A Palavra estava em obra ao lado do Grande Espírito para manifestar, na criação, Sua sabedoria infinita. Aleluia! Creio que os eleitos receberam esta verdade que é de fácil entendimento. Nosso Evangelho é ainda oculto para os que se percam.                            O primeiro mundo foi assim chamado na existência: pela Palavra de Deus (Gen.1) e pela mesma Palavra foi destruído. Assim será do mundo actual que é o nosso. (Pe.3:5-7):
“.. pela Palavra de Deus já desde a antiquidade existiram os céus, e a terra, que foí tirada da agua e no meio da agua subsiste. Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as aguas do dilúvio. Mas os céus e a terra que agora existem, pela mesma Palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo...”   
         Entendeis isso? A Palavra no princípio como o Alfa; a mesma Palavra no fim como o Omega. É Ela que decide de todas essas coisas que, por Ela, foram criadas. Ela – a Palavra – julga de tudo. Faz e desfaz. Concebe e realiza. Decreta e cumpra. Ela nunca permanece sem efeitos quando sai. É por intermédio dEla que Deus MANIFESTA e CUMPRA Sua vontade. ESSA PALAVRA É O PRÓPRIO DEUS. Fora dele, não há nenhum outro.                                             Desde os tempos remotos, o Eterno, Criador não tinha outro meio para fazer conhecer a Sua vontade, Suas ideias, Seu pensamento ou Seus segredos: Ele utilizava servos ou instrumentos sobre os quais repousava Seu Espírito. E quando o Espírito do Senhor tomava posse de um tal indivíduo, Ele produzia a Palavra. Este homem de Deus transformava-se assim numa testemunha da Palavra. Desta Palavra de Deus que lhe foi assim dirigida e que revelava à ele e ao povo de Deus, os segredos do Seu conselho (do que Ele decidiu fazer) no meio deles. Eis a razão pela qual esses homens inspirados eram chamados “profetas”, o que no sentido literal significa: “aquele que fala no lugar do outro”, um interprete ou porta-voz. Isto, para mostrar claramente que tal homem não falavam de si e por si mesmo, mas sim, da parte de Deus; no Seu lugar. A etimologia hebraica desta palavra - profeta — “NABI” significa: “aquele que anuncia”. Estes homens pois, davam testemunho da Palavra de Deus.                                                                                                                     O Senhor Deus comunicava com eles, se revelava à eles, e os tomavam capazes de transmitir Sua vontade aos homens e instruí-los. Deus para o efeito comunicava-lhes dons particulares. Tal como, as visões sobrenaturais que recebiam. Foi assim que homens como Moisés, Isaias, Miqueias, Zacarias, etc. para citar só estes no meio de muitos outros, anunciaram palavras revelando o eterno propósito (pensamento) de Deus que se cumpra até hoje aos nossos olhos. E, são somente essas palavras que sairam da boca de Deus que irão se cumprir. As palavras de homens: suas interpretações das escrituras, filosofia religiosa etc. roerá como gangrena (Prov.20:21).                                                       E quando os tempos chegaram para o cumprimento do plano da salvação para a redenção desses homens que Ele tanto amou; o próprio Deus revelou-Se ser o executor desse plano cujo Ele é o Autor, programador e realizador; como bem o afirma essas palavras da escritura:                                    “Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador... Anunciai e chegai-vos, e tomai conselho todos juntos; quem fez ouvir isto desde a antiguidade? Quem desde então o anunciou? Porventura não sou eu o Senhor? E não há Outro Deus senão eu; DEUS JUSTO E SALVADOR NÃO FORA DE MIM” (ls.43:11; 45:21).                          
Entendeis isto? Desde tempos antigos, o Senhor Deus, o Deus único, verdadeiro e justo, enviava Seus servos, os profetas, com a Sua Palavra afim de anunciar aos homens Seu plano de salvação: a vinda de um Libertador, O MESSIAS, UNGIDO PARA SALVAR. Quando os tempos se cumpriram para o efeito, o mesmo Deus quem fez ouvir e anunciou essas coisas, não podia de maneira nenhuma enviar um homem com a Sua Palavra para salvar os outros. A coisa é impossível na sua essência porque, Satanás tendo corrompido toda carne pelo pecado, como pois um homem, sendo ele próprio escravo do pecado que leva à morte poderia levar outros na mesma condiçao com ele na natureza divina? Pois, este é o objectivo da REDENÇÃO: restituir ao homem, a imagem da glória de Deus que tinha antes da queda. A sabedoria aqui, consista em saber que todo servo de Deus, do qual eu sou o principal, é um pecador salvo pela única coisa que faz de nós o que somos: A GRAÇA DE DEUS que trabalha em nós.                                                                                                        Ora, a redenção implica a remissão dos pecados, o que implica inequívocamente a EFUSÃO DO SANGUE afim de receber o perdão divino. Tal é a exigência da própria lei de Deus, segundo o que está escrito: “E sem derramamento de sangue não há remissão“(Heb. 9:22).                                            A Escritura clemostrou pela antiga aliança, que o sangue de bodes e bois não representava o sacrificio perfeito para a remissão de pecados; sendo incapaz de abafar a voz do sangue de Abel, o justo, que clamava vingança. Isto é para começar!                                                                                            Em segundo lugar: na antiga aliança, o sumo sacerdote tomado dentre os homens e constituído para que ofereça dons e sacriflcios pelos pecados do povo e seus próprios segundo a lei, é ele mesmo rodeado de fraqueza. O animal e o homem (isto é, tudo que é da terra) tendo uma vida perecível, não podiam de modo nenhum pelo seu sangue, obter uma redenção eterna. Era preciso absolutamente para esse efeito, que o sangue fosse derramado pela uma vida imperecível; imortal, afim de levar o homem na perfeição e cumprir assim o eterno propósito de Deus, que foi concebido dentro da Sua presciência muito antes da fundação do mundo; muito antes até da queda do homem no Eden. Ora, o propósito de Deus já tivera sido revelado: “fazer o homem na Sua imagem e conforme a Sua semelhança”; participante da Sua natureza divina; compartilhando com Ele a eternidade. Ele o anunciou (Gen. 1:25a), ninguém o pode revogar! Nem mesmo a acção de Satanás no Éden. Aleluia, é a nossa glória!                                                                                                           Onde pois encontrar esta vida imperecivel, imortal, eterna, cujo sangue poderia cumprir a redenção; afim de salvar esse povo eleito que Deus dantes conheceu? Do próprio Deus; pois só Ele possui a imortalidade! Só Ele é justo e sem pecado. Por isso, Só Ele estava indicado pela lei como o SALVADOR do Seu povo; o Único: O Senhor Deus! Este é o testemunho de todos os profetas: O Deus Unico e Verdadeiro! É Ele, o Salvador e Redentor, pelo poder da Sua vida imperecível.                                        Sendo a lei de Deus (Sua própria lei, pois) imutável. O Senhor em quem não há mudança, nem sombra de variação, não podia negar-se a Si mesmo, infringido esta lei que foi instituída por Ele mesmo, pela autoridade da Sua própria Palavra, como que: não há remissão sem derramamento de sangue.          O SANGUE: Aqui está o selo da aliança de Deus com os homens para a remissão do seus pecados. Onde pois encontrar esse sangue? Num corpo, com certeza! Pois, o Espírito não possui sangue, mas sim um corpo material.                           Aqui se desvenda aos nossos olhos, o grande mistério da nossa fé : o Grande Deus que, até lá, manteve-Se Invisível. Aquele que nenhum olho jamais viu... Aquele que no princípio saiu da eternidade onde habitava numa luz inacessível, como o Grande Espírito, para tomar a forma da Palavra afim de manifestar a criação... Temo-Lo desta vez revelado manifestarnente numa carne para salvar Seu povo do pecado. Ele se manifesta por Aquele que sempre O fez conhecer: SUA PALAVRA, para que se cumpra a escritura:
         “Enviou a Sua Palavra, e os sarou, e os livrou da sua destruição” (SaL 107.20).

Claro! Era impossível que o Senhor Deus se manifestasse de outra maneira que pelo único meio que sempre utilizou até então para Se dar à conhecer ou revelar Seus segredos e Sua vontade: A Palavra que Ele usou para manifestar a criação e pela qual todas as coisas vieram à existência; a Palavra que foi dirigida aos profetas. Jo. 1:14:           
“E o verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade “.                   “Deus nunca foi visto por alguém (O Grande Espírito). O Filho unigénito (a Palavra), que está no seio do Pai (a Palavra gerada pela Mente de Deus), esse o fez conhecer”. (Jo. 1:18).                                               
Vedes isto? Nunca foi aqui questão de um Deus Pai e de um Deus Filho, como de duas pessoas independentes e distintas que compartilhariam a divindade – ou suas naturezas – com uma terceira pessoa ou personagem chamado: Deus Espírito Santo com quem se teriam ajudados na obra da criação. Pois não! Isso é uma invenção teológica! É ANTI-PALAVRA! Os trinitaristas não tem nenhuma razão de tentar nos iludir como o fazem no seu triângulo. Isto é uma fábula artificialmente compostas (2Pe.1 :16). Não há nenhuma verdade neles, nem no que afirmam. A trindade não tem NENHUM FUNDAMENTO na Palavra de Deus. Esta que é encarada à luz da revelação. Existe alguém sensato sobre esta terra que pode demostrar isso à partir da lei ou no fundamento primitiva da igreja, ou da fé cristã?                                          A verdade é uma e indissociável. E, esta verdade é a Palavra de Deus que não minta. Esta que anunciamos pelo Evangelho da revelação. Deixai de filosofar com as coisas de Deus!                                                                                   Quanto à mim, dou testemunho da verdade, para que saibais, creiais, reconheceis e guardais nos vossos corações; que compreendeis uma vez por toda que HÁ UM SÓ DEUS. E este Deus Único, é o nosso Salvador. E, como a obra da salvação para a redenção e a remissão dos pecados implicava sangue, Deus enviou Sua própria Palavra numa forma humana. Melhor, Ele fez para Si mesmo um CORPO e nós contemplamos naquele que foi este corpo de sacrifício: JESUS CRISTO; o EMANUEL-Salvador.                                                  Jesus significa: “Salvador”; e Emanuel é traduzido “Deus connosco”. Isto quer dizer que Deus na realidade humilhou-se manifestamente ao nível do homem (como para o servir), afim de o justificar e glorificar. 2Cor.5: 19:
“Isto é, DEUS ESTA VÁ EM CRISTO reconciliando consiqo o mundo, não lhes imputando seus pecados...”
“E o verbo se fez carne, e (esse verbo ou Palavra que era o próprio Deus) - habitou entre nós (o Emanuel).

FOI PARA DERRAMAR SEU SANGUE PARA O PERDÃO DOS NOSSOS PECADOS QUE ELE FEZ ISSO. Que Ele aniquilou-Se a Si mesmo, tomando a forma de um servo; fazendo-Se semelhante aos homens (Fil.2:7).     
          “Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. Pelo que, entrando no mundo (Cristo, a Palavra Ungida de Deus), diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas CORPO ME PREPAMSTE” (Heb. 10:4,5).
Isto significa que, concretamente?       
         Agora, considerem com um pouco mais de atenção: Jesus Cristo não existiu junto de Deus na sua forma humana; muito menos como um outro Deus. Senão, não precisaria que se-Lhe preparasse um corpo. Ele o teria feito sozinho. Com certeza! O que seria impossível, pois UM só É CRIADOR: O Senhor Jeová, nosso Pai, pela Sua Palavra, e pelo poder do Seu Espírito Santo. O Senhor Deus que, para nos criar, gerou primeiramente essa Palavra que saiu do Seu próprio seio (isto é, uma parte dEle mesmo). E para nos salvar, preparou para Si mesmo UM CORPO, afim de manifestar na carne, o sangue nova aliança para connosco. E, nós contemplamos essa glória única do Grande Deus Criador, no corpo da Sua manifestação, ungido do Espírito Santo; quando Ele pareceu na condição do “Filho unigénito vindo do Pai”.   
           E, sem sombra de dúvida, Jesus de Nazaré, este homem de Galileia, é a MANIFESTAÇÃO CORPORAL da divindade única plenamente representada numa imagem: a do Deus Invisível (Col. 1:15). E, é este corpo assim formado ou gerado que tomou a condição do FILHO UNIGÉNITO DE DEUS, em relação ao Espírito que o gerou: o Pai de todos... de toda a criação. Esse Deus, do qual tira seus nomes todas as famílias da terra. E, Jesus Cristo, como sendo o primogénito de toda criação; o homem perfeito na imagem e na semelhança de Deus; tal como Adão ao princípio, antes da queda. Por isso a escritura o identifica como o segundo Adão que, Ele, não é uma alma vivente, mas sim um Espírito (O Espírito Santo) que vivifica (lCor.15:45).                                       Ora, quem vivifica? Senão o próprio Deus. Pelo que Jesus Cristo é Deus. Quando Deus diz: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança Satanás viu Adão e se precipitou para cumprir seus projectos malignos. A Escritura não afirma porém que os decretos de Deus subsistem ou permanecem eternamente e que Ele executa toda Sua vontade? (ls.46: 10). Olhai pois que, quando os tempos se cumpriram, Deus manifestou Overdadeiro herdeiro de todas as promessas: Jesus Cristo. Adão não tivera ainda alcançado a estatura perfeita da divindade, senão não teria caído. Mas, Jesus é este Homem perfeito na imagem e conforme a semelhança de Deus do qual era questão desde o princípio. Feito na imagem de Deus, feito Filho de Deus. Nele habita corporamente toda a plenitude da divindade. Nele Deus nos elegeu antes da fundação do mundo e nos predestinou segundo o beneplácito da sua vontade para filhos de adopção. Nele nós temos a redenção pelo sangue e a remissão das ofensas. Nele Deus cumpra Seu eterno propósito de reunir NUM SÓ, todas as coisas que estão nos céus como as que estão na terra, etc. NÓS SOMOS A HERANÇA DE DEUS, TENDO SIDO CRIADOS (ou gerados) EM JESUS CRISTO PARA LOUVOR DA SUA GLÓRIA. É o que afirma o verdadeiro Evangelho; a boa nova da salvação. Cheia de graça e de verdade. Convido-vos à ler os primeiros capítulos das epístolas aos Efesios e Colossenses para provar, quão verdadeiro é o nosso testemunho de Jesus Cristo.                                   Depois de chegar neste entendimento, a doutrina da “Mariologia” (Maríe-mãe de Deus, rainha do céu etc.) perde todo o seu sentido para o verdadeiro crente. Pois, é verdade que JESUS CRISTO não tem mãe, pela simples razão que Ele é o Senhor de todos, mesmo de Daví, considerado pela Escritura como pai de Jesus (Mat22:41-46).  
         Cristo sendo Deus na carne de Jesus, não precisava de um pai e duma mãe para nascer no mundo. Ele foi gerado pelo poder do Espírito Santo; tal corno o Espírito de Deus gerou (no principio) a Palavra. Maria foi a mulher portadora da semente deste corpo que Deus formou para Si mesmo (o único Templo capaz de conter a Sua santidade). Pois, segundo a Escritura, Ele havia de vir no mundo como «semente da mulher” com a missão de esmagar a cabeça da serpente (Gen.3:15). Amem!                                                          Maria foi a portadora desta semente e não a mãe. Pois, este processo não ocorreu como no caso normal de uma mulher que se engravida do seu cônjuge. Eis a razão pela qual, Jesus dirigindo-Se à ela, dizia sempre: “Mulher” e não “Mãe”. Ele era (insisto) o próprio Deus, manifestado (revelado) em carne. E, Deus não tem mãe!                                                            A medicina moderna confirma nossa pregação, pois, isso já foi provado pela experiência bem sucedida na Itália e abundantemente retomada do bebé fecundado “in vitro”, e que se desenvolve fora das entranhas maternas; e a da “mulher portadora”. Processo que faz com que uma mulher torna-se mamã, sem portanto ser a mãe biológica da criança. Tal foi o caso da Maria com Jesus: a virgem engravidou-se e deu à luz – isto  é incontestável – só pela única vontade e poder de Deus que a escolheu, ela, dentre todas as mulheres. Uma graça particular lhe foi feita (não é ela mesma que seria “cheia de graça”, como dizem. Isto é uma fábula, uma lenda católica romana; não confirmada pelas Escrituras. Se a coisa parece impossível, todavia TUDO É POSSIVEL À DEUS. Pois, pela Sua Palavra todas as coisas foram feitas. Esta mesma Palavra que o Anjo - mensageiro trouxe, pela revelação, à Maria. E ela, reconhecendo essa graça excelente, diz:                                                                                            “Eis aqui a serva (e não a mãe ou a rainha de quem quer que seja) do Senhor cumpra-se em mim segundo a TUA PALAVRA”. Aleluia!        
                                                                                                                          Julgo porém, desnecessário de alongar qualquer tipo de conversa sobre esta heresia que é a “mariologia”; mas que, contudo, faz força de lei neste “século de mulher” em que vivemos presentemente. A honra é para vós os que credes na Palavra revelada. Esta Palavra que, em nós, é vida. E, nem a própria Maria me poderá contradizer neste ponto. Ela que foi salva pela fé nAquele que cumpra tudo em todos: Jesus Cristo, seu Salvador e o nosso; o Senhor de todos.         
“E o verbo se fez carne, e habitou entre nós..”                  
É esta verdade que alguns teólogos tentaram explicar, falando do “Verbo” de Deus, como do “Logos”, isto é, duma pessoa. Algumas traduções da Biblia escrevem:                                                                                                    “No princípio, quando Deus criou o mundo, a Palavra já existia: AQUELE que era a Palavra estava com Deus e era Deus... Aquele que era a Palavra tornou-se homem..”
          Que me seja permitido de vos dizer de antemão que, não tenho nenhum conhecimento do grego, nem da língua hebraica ou aramaica. Línguas dos textos originais que depois, serviram para a tradução das sagradas escrituras nas nossas línguas contemporâneos. Mas considero como GRAVÍSSIMO ERRO e falsidade drástica, a ideia que sustenta o conhecimento dessas línguas primitivas como sendo a FONTE DA VERDADE primitiva para compreender os mistérios de Deus ou Seu conselho duma maneira geral.                                                Isso levaria à sujeitar e subjugar a obra do Espírito Santo, que consiste em conduzir a Igreja em TODA o verdade (Jo.16:13) pela linguística. E consequentemente, colocar o pregador inspirado, sobre o qual reposa o Espírito Santo, na dependência e debaixo da autoridade de interpretação do linguista. Isto levaria aonde? A colocar a sabedoria misteriosa e oculta de Deus que nós anunciamos (lCor.2.7), muito em baixo da sabedoria humana e teológica que, ela é, carnal e corruptível; e que Satanás maneja com facilidade.                                Não foi à base de alguns conhecimentos de noções e regras gramaticais das suas respectivas linguas que os autores dos livros que compõem a Bíblia escreveram ou transmitiram-nos as palavras de Deus; mas sim foi, inspirados pelo Espírito Santo que esses santos homens falaram da parte de Deus. O que quer dizer que no começo, o discurso inspirado teve a primazia sobre a escritura. E assim que as coisas deviam (em principio) permanecer até hoje.          
          O conhecimento da verdade provém do conhecimento da linguagem espiritual dessas coisas espirituais que caracterizam os discursos dos autores da Bíblia, e não pelo conhecimento das línguas dos textos originais. Eis a razão pela qual nas notas e comentários de alguns tradutores da Bíblia, encontramos às vezes, coisas que evoluem muito longe da verdade original. Pois, só o Espírito (pela revelação), pode nos ensinar certas coisas. Ao ponto que algumas “deduções” feitas à partir duma certa lógica das coisas, não passam de pensamentos e interpretações humanos. Deus sendo sobrenatural, não pode ser enquadrado numa lógica natural. E impossível!!! É preciso pois, que o próprio Deus concede ao homem a capacidade de O conhecer. Que Ele mesmo REVELA o Seu segredo. Razão pela qual, o homem espiritual ou inspirado julga de tudo; melhor que o tradutor que é um linguista. Isto, graça a unção do Espírito que o pregador recebeu do Senhor. É esta unção que nos ensina toda coisa (1 Cor.2: 13-15; 1 Jo.2:27). Porque, neste caso, a Palavra de Deus veio até ao Seu homem. O Verbo divino (a linguagem de Deus) lhe foi concedido, pela revelação. Tal homem não precisa de maneira alguma de uma formação teológica para compreender ou falar das coisas de Deus.              
           Insisto sobremaneira sobre esta coisa: em busca do conhecimento da verdade de Deus, convém dirigir-se junto do pregador ungido, tendo recebido do céu o Espírito Santo para trazer à luz sobre uma verdade específica... uma doutrina, e não junto do tradutor da Bíblia (baseando-se numa determinada tradução).   
           Darei a este respeito um exemplo fácil: nas nossas pregações e diante dalguns auditórios, um pregador vê-se obrigado à recorrer à um interprete para fazer passar a sua mensagem na língua do povo. Pois que? Neste momento quem dos dois detém o conhecimento sobre a verdade anunciada? Aquele que do Senhor terá recebido a inspiração da mensagem e que a anuncia ou a interprete ou tradutor? Que o entendido entenda! Interpretar ou traduzir não é pregar! Mas, Deus salve os crentes pela loucura do pregador e da sua pregação (1Cor.1:21), e não pela excelência de linguagem do tradutor e da sua tradução. Não estou minimízando a obra deste último. De jeito nenhum! À cada um sua graça! Contudo, convém que o digo, e aí de mim se não o fazer: a doçura da água provém da fonte ou manancial de onde sai e não do recipiente que a contém. A bom entendedor, salvação! Regressamos pois no manancial da Palavra (a água viva) em vez de confiar nas nossas cisternas rotas, e que não retêm as águas (Jer.2:1 1-1 3). Este é o ponto capital do que foi dito aqui por nós. A chave da nossa mensagem neste tempo de restauração ou de restabelecimento de todas as coisas que antecede a vinda de Cristo, tal como foi anunciado pelos seus santos profetas (Act.3:21). A igreja não pode regressar no fundamento original senão pela Palavra revelada. Mas para esse efeito, ela deve primeiramente rejeitar toda sabedoria humana ou teológica que tem um duplo efeito devastador: essa sabedoria despoja-nos da glória de Deus e no mesmo tempo nos afasta da herança das Suas promessas; ela nos mima numa ilusão mortífera: a de pensar ser alguma coisa, enquanto na realidade somos desgraçados e miseráveis, andando fora da revelação da vontade de Deus (Apoc.3:15-19).                                                            Voltando no que eu dizia sobre a tradução dos primeiros versículos de João, no primeiro capítulo, que me seja permitido de julgar neste ponto, na minha qualidade de ministro da Palavra, mandatado pelo Espírito que me ungiu neste fim dos tempos afim de falar destas coisas na igreja do Cristo. Quando se traduz: “No começo (ou princípio) quando Deus criou o mundo a Palavra já existia, Aquele que era a Palavra estava com Deus e era Deus... Aquele que era a Palavra tornou-se homem...” . Tal tradução foge nitidamente da verdade original tal como o apóstolo João queria nos transmiti-la. Sei isso pelo Espírito Santo que dizia essa coisa nele. O mesmo que está em obra em nós.
Com certeza! Se nós consideramos essa única frase: “Aquele” (como uma pessoa) que era a Palavra (ou Verbo) estava com Deus e era Deus’ isto contradiz, e de que maneira a harmonia das Escrituras. No caso de Deut.32:39 por exemplo: aqui, o próprio Deus afirma (como noutras passagens das escrituras salientadas por nós aqui e não só) que  não há nenhuma outra pessoa divina junto (ou perto) dele. Pois não!                                                            Agora, tenho que me evidenciar sobre uma coisa: ou essa tradução seria obra desses irmãos que acredita na concepção dum Deus trino, ou então, Satanás teria, duma maneira astuta, influenciado esta tradução neste sentido, afim de encontrar uma base à sua tese. Pois, é bem verdade que, traduzida desta maneira, a coisa evolue muito mais perto da trindade. Eu não me considero “unitarista”, bem como nego ser “trinítarista”. Pelo que, não se trata por mim somente de defender uma opinião; pois o que está em causa trata de: converter ou trazer de volta a igreja no fundamento rimitivo e original pelo conhecimento da verdade de Deus; de convencer e persuadir a Igreja sobre esta verdade fundamental no que toca a DIVINDADE.                                               Pois que? Este Deus que falava por Moisés em Deuteronomio, sendo o mesmo que se exprimia por lsaias, João, Paulo, etc. não podia nem tão pouco entrar em contradição consigo mesmo. Mas sim, desde o princípio... em diversas circunstâncias de tempos e lugares, Ele sempre quis fazer-nos entender a eterna e imutável verdade: a não existência duma PLURALIDADE DE PESSOAS DIVINAS, nele, perto ou fora dele; mas sim, dum Único Deus tendo muitos atributos.                                            De mesmo que Ele é na Sua natureza: Amor, Bom, Justo, Misericordioso, etc. Ele é na Sua essência: Omniciente, Omipresente e Omnipotente, Criador e Salvador. E na Sua manifestação: a Coluna de Fogo, a Nuvem da glória, Jesus Cristo de Nazaré ou o cordeiro imolado, o Espírito Santo ou a pomba. O mesmo Deus manifestado no Pai, no Filho e no Espírito Santo; a plenitude daquele que cumpra tudo em todos; SUPREMO, ÚNICO E INDIVISÍVEL. Aquele que É, que ERA e que HÁ-DE VIR, o Todo-Poderoso, o Alfa e o Omega: o Senhor Jesus Cristo (Apoc. 1:8), aexpressa imagem do Pai da eternidade, o Deus invisivel; o resplendor da Sua glória. Aquele por quem Ele se manifestou ao mundo (ou se fez conhecer), como hoje na igreja pelo Espírito Santo. Amem! Cri, por isso falei.     
          O Filho: é a humanidade de Deus, que criou esta raça humana conforme à Sua semelhança. Por isso foi dito: “Somos a geração (raça) de Deus” (Act.17:28,29). Disto Ele deu-nos um testemunho vivo em Jesus Cnsto, homem.                                                                                                O Filho: é o Pai num corpo humano; a incamação da divindade manifestada na simplicidade; na humildade e humiliação; sem brilho, nem honra... bem pequenhinho. Segundo o que está escrito: “Mas (Deus em Jesus Cristo) aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humílhou-se a Si mesmo”. (Fil.2:6-8)                    Assim, tendo cumprindo toda vontade dAquele que o gerou para a salvação dos homens, Ele (o Filho) foi exaltado acima de tudo; recebendo o UNICO NOME INDICADO NAS ESCRITURAS que sujeita todas as coisas nos céus e na terra... O ÚNICO NOME CAPAZ DE TRAZER A SALVAÇÃO debaixo do céu: o nome do SENHOR JESUS CRISTO, para a glória de Deus Pai (Fil.2:9-11; At.4:12). Pois que? Ele nos exorta com essas palavras:
          “Não crês tu que eu estou no Pai, e o Pai em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas O PAI QUE ESTÁ EM MIM, É QUEM FAZ AS OBRAS. Crede-me que estou no Pai; e o Pai em mim...“ (Jo.14:10,11).          “Se vós me conhecesseis a mim, também conhecerei à meu Pai’ (Jo.8:19).                                                                                                                                                                                                                             O Filho saiu no seio do Pai, e lá tornou à voltar, Sua obra consumada. Vejam como o cordeiro saiu do meio do trono em Apoc.5.                                           O único lugar onde a humanidade se encontra com a divindade... repito: o único lugar de encontro entre Deus e o homem unidos na verdadeira adoração, está em Cristo Jesus. Seu corpo é o templo de Deus; o único capaz de conter a Sua santidade. Este templo que não foi feito pelas mãos de homens. 2 Cor.5:19:
          “Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo”. Amem!
         Não erreis à meu respeito! Eu acredito sim, na existência de um Deus Pai, O mesmo que se revelou no Filho: o Senhor Jesus Cristo e, que é o Espírito Santo: Um só Deus... não um Deus trino. Falo a verdade e não minto.                         Em Cristo, o homem em verdadeiro crente arrependido, repousa-se das suas obras que são vaidades e entra na comunhão de Deus que, Ele também, repousou-se das Suas; tendo reunido todas as coisas em Cristo; por quem Ele opera doravante para o consumação do Seu conselho (a sua dextra poderosa, segundo Ex.1:3-12que já citamos). Aqui está o repouso! O Sábado cristão! Eis o grande mistério de sempre; o mistério da nossa fé; o mistério da verdadeira piedade (1Tim.3:16).                                                                           Não existe porém um Deus Filho que criara qualquer coisa que seja com o Deus Pai. Guardai-vos de toda idolatria. Isto é paganismo grego-romano... isto é pura mitologia que de tentar nos representar um politeismo onde os deuses vivem em perfeita comunhão ao ponto de forma uma divindade única. Uma fábula ou lenda artificialmente concebida pelos falsos obreiros que engana com astucia. O Deus de Israel é o único Senhor, e Seu nome debaixo do céu é SENHOR JESUS CRISTO. Jesus é o corpo da Sua manifestação ou revelação aos homens. O Deus único que, antigamente, havia falado muitas vezes e de muitas maneiras, pelos profetas que ELE ENVIOU, é o mesmo que neste último tempo nos fala pelo Filho. Sim, Ele estava lá... numa forma humana manifestado no Filho; andando no meio do Seu povo, participando com eles no sangue e na carne. Eis porque o Filho foi chamado Emanuel, isto é: DEUS CONNOSCO (Mat. 1.23;Heb. 1:1-3,). Israel endurecido não o reconheceu, mesmo quando Ele se revelou à eles, tão claramente, por estas palavras:                 “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes QUIS EU ajuntar os teus filhos... desde agora ME não vereis mais, até que digais: Bendito O que vem EM NOME D0 SENHOR” (Mat.23:37-39).       
                                                                                                                         
Vejam como a verdade é clara! Quantas vezes? “Muitas vezes e de muitas maneiras” (Heb.1:1). Ele se revelou primeiro à eles pela Palavra que veio aos profetas. Depois, veio pessoalmente, em Jesus Cristo: A PALAVRA FEITA CARNE. Mas o que? O deus deste século tanto cegou o entendimento deste povo que não O reconheceram. Porque? Pois, eles queriam dissociar Deus, de Jesus Cristo e fazer deles duas pessoas djstintas. Na verdade Este Filho era: o Deus forte, o Pai da Eternidade, o Príncipe da paz; Aquele sobre os ombros do qual está o principado (ls.9:6).                                                          Hoje, Satanás parece conseguir o mesmo golpe na igreja das nações, querendo dissociar o Pai do Filho, e nos fazer crer na existência de dois, até três pessoas diferentes que supostamente compõem a divindade única no “mistério da santa Trindade”. Aqui está a sua arma para o efeito. Para a ruína de todos esses que não receberam o amor da verdade para se salvarem, e que tomam prazer na injustiça. A HONRA É PARA OS QUE CRÊEM! Vos, Sua esposa e Seu corpo; a Igreja gloriosa da revelação; e não da sabedoria humana.        
          “AQUELE QUE VEM EM NOME 00 SENHOR”: é Jesus Cristo de Nazaré, segundo o que está escrito: “Saiba pois com CERTEZA toda a casa de Israel que à esse JESUS, à quem VÓS crucificastes, Deus o fez SENHOR e CRISTO” (Act.2:36).
É neste preciso ponto que se revela o mistério da iniquidade: O HOMEM DO PECADO QUE SE PROCLAMA ELE MESMO DEUS. Como? Apresentando-se como sendo “aquele que vem em nome do Senhor’ o VICARIVS FlLII DEI ou Vigário do Filho de Deus (traduzido: “o que toma o lugar do Filho de Deus”), faz-se assim passar por Deus. E, as pessoas crêem e se deixam levar pela mentira.                                                                                                   Muitas vezes, aquando das deslocações do bispo de Roma, o papa da igreja católica romana se quiserem, lemos sobre os panfletos com seu rosto e anunciando a sua vinda, as seguintes palavras: “BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR”! Aqui está o blasfemo! Retomado por alguns pregadores dos meios evangélicos. E, o povo de Deus é destruido por falta de conhecimento. Este conhecimento que trago-vos neste dia pela graça que me foi feita à proposito. Jo..17.3:        
        
E a vida eterna é esta: que te conheçam, à ti só, por ÚNICO DEUS VERDADEIRO, e a Jesus Crísto, A QUEM ENVIASTE” (prestem atenção ao singular).
Essa verdade esconde muito mais do que o homem animal ou carnal, pode ver com os olhos naturais. Porque? Pois essas palavras “À quem (no singular) enviaste” expnme exactamente a mesma coisa que: “Aquele que vem em Nome do Senhor”.                                                                               Este ENVIADO de Deus, não é um homem qualquer, seja ele profeta ou mensageiro de qualquer era que seja. É Este de quem toda a lei e os profetas, desde Moisés, testemunharam (Deut.18:15-19):O UNGINDO DE DEUS traduzido em grego por CHRISTOS (Cristo) e cuja a etimologia aramaica MESHIHÁ, ou hebraica MASHIAH aplica-se ao MESSIAS isto é, ao SILÓ (Gen.49: 10,11). O Herdeiro da coroa real; o Filho de Davi; Rei e esperança de Israel. Aquele que eles não reconheceram (infelizmente), quando o cumprimento dos tempos manifestou a promessa em Jesus de Nazaré; que veio à ser também para a igreja das nações, a esperança da nossa glória.                                              As sagradas escrituras e os profetas chama à este UNGIDO: O PROFETA. Se, Hoje, pela acção de Satanás, esta palavra perdeu seu sentido e valor profundo nas nossas vidas; no principio não era assim. A ideia fundamental desta palavra – PROFETA – significa: Aquele que fala NO LUGAR dum outro. Estão compreender? Se Jesus se apresenta como sendo “À quem Deus enviou” ou “Aquele que vem em Nome do Senhor” – Jeová  ou Yahvé – Ele  apresenta-se então como sendo o CRISTO, isto é, aquele que fala NO LUGAR de Deus e EM SEU NOME. Neste caso: Aquele que se identifica e é identificado pelas escrituras como sendo Deus. Como o confirma a escritura em Heb. 1:1,2. É esta a ideia fundamental contida na profecia de Moisés sobre Jesus Cristo em Deut. 18:18, 19:                                                                                                       “Eu lhes suscitarei UM profeta do meio de seus irmãos, como tu; e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. E será que qualquer que não ouvir as minhas palavras, que ELE FALAR EM MEU NOME, eu o requererei dele”.                                                                 “Rodearam-no pois os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma supensa? Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente. Respondeu-Lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, EM NOME DE MEU PAI, essas testificam de mim “(Jo.10:24,25).                            
Entendeis agora? Aquele “À quem Deus enviou” e que vem EM NOME DO SENHOR, é identificado pelas escrituras como sendo O CRISTO. Compreenderam agora o blasfemo do homem do pecado; o filho da perdição? Identificando-se como sendo “Aquele que vem em Nome do Senhor”, ele proclama-se à si mesmo CRISTO, porém, DEUS. Então vai se cumprindo a profecia de 2Tes.2:4. À partir de agora, todo aquele que acredita nele, ou que lhe reconhece essa autoridade sobre a igreja do Cristo, condena-se à uma morte muito mais certa. Eis o que vos digo: acautelai-vos e apartai-vos de todo movimento àcarácter ecuménicol Estamos à assistir neste último tempo no maior ajuntamento espiritual de todos os tempos, com intentos de dar o seu poder na besta que há-de aparecer ao seu tempo no papado: depois de todas as religiões humanas, evoluindo fora da revelação da Palavra profética pelo Espírito Santo, o ter reconhecido e aceite como “sumo pontíficio”, noutras palavras, como o mais alto dignitário eclesiástico. Então, todos os movimentos ecurnénicos, em nome da “unidade da igreja” entregar-lhe-ão o seu reino. É este rei (a besta) de quem falou Daniel que, pelas astucias e alianças, e lisonjeas, engradecerá pelo engano. Verdade confirmada no Apocalipse 17.                Então virá a grande tribulação, a maior e pior perseguição de todos os tempos para os adoradores. A Igreja fiel – a Esposa ou noiva de Cristo – que terá recebido e guardado a revelação do Verdadeiro Deus, será preservada desta hora pelo arrebatamento.                                                                                SAI DO MEIO DELES E APARTAI-VOS, meus irmãos! Já se faz tarde! Bem-aventurado o povo que conhece o som da trombeta, andará a luz da face do Senhor (Sl.89:15). O inimigo vem e nada tem de comum, nem com o Senhor, nem connosco, Seu corpo.                                                                         Está escrito na profecia de Daniel, como no Apocalipse de João que, este rei que é o Anti-cristo, se levantará e se engrandecerá sobre todo o deus, com uma boca cheia de blasfemia. Contra o Deus dos deuses.                                             É pois importantissimo para o crente saber em que consiste “a blasfemía” para um adorador, e que, pela lei de Deus, é sancionado PELA MORTE.                                                                                               Jo. 10:32,33 – “Respondeu-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas procedentes de meu Pai por qual destas obras me apedrejai? Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejámos por alguma obra boa, mas pela biasfemia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo”.                                                                                                                     Este é o crime do Anti-Cristo: um homem que se faz passar por Deus. É uma BLASFEMIA! Hérodes morreu por causa disso (At. 12:21,22). E agora, aqui está o crime da igreja do mundo! Rom. 1:25:                             “... mudaram a verdade de Deus em mentira, e HONRARAM E SERVIRAM MAIS A CRIATURA do que o Criador, que é bendito eternamente”.                                                                                                                                                Eis a razão que nos mantém afastado de todo ajuntamento à carácter ecumênico: afim de não correr o risco de adorar um homem que reina sobre o SISTEMA. Segundo o que está escrito: “ Não vos ajunteis com os infiéís num jugo desIgual”.Não somente, todas as religiões e denominações cristãs (a igreja do mundo ou a falsa vide) exaltaram cada uma por sua conta, seu “lider”, chef espiritual ou “fundador”; fosse ele um papa, um apóstolo, profeta, pastor, etc. no lugar do Filho de Deus (a Cabeça e Chefe supremo da Igreja); muito mais... eles honram e adoram um homem como se do Senhor Jesus Cristo se tratasse. Temos, porém hoje em dia, um VICARIVS FILII DEI para cada denominação, cujas decisões irevogáveis e indiscutíveis, fazem força da lei. Ainda que esses mandamentos invalidam (tornam nulo e sem valor) a lei e o mandamento de Deus. Aqui está a origem das tradições religiosas, ritos, dogmas, e credos... Doutrinas essas que dividem a igreja de Cristo; caracterizando e diferenciando uns grupos determinados de pessoas dos outros; enquanto todos eles se disputam o monopólio da verdade.             A igreja católica romana ou “a grande prostituta” é a mãe dessas organizações religiosas cuja semente se encontra em todos os movimentos das denominações (ou igrejas “fundadas” e organizadas por homens) que se embebedaram do vinho da sua prostituição (Apoc. 17:2).Só se mantém longe desta filosofia religiosa, esta igreja gloriosa, santa e irrepreensível, sem nódoa, mácula, ruga, nem nada de semelhante;gerada pela Palavra imutável e permanente de Deus, e santificada pela Verdade. Esta cresce em tudo, edificada e aperfeiçoada no conhecimento daquele que é a Cabeça: Jesus Cristo. E se nesta igreja pudesse ser achado um VIGARIO (Vicarius) do Filho de Deus, seria infalivelmente o Espírito Santo, nosso Consolador; pois é, uma manifestação dEle mesmo, presente e personificado em nós. O tudo em todos.
Ef 4:16 – “Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor’”.

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