A salvação dos filhos de Abraão

“Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.” (Lc.19: 9,10)
“Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão.” (Hb. 2:16)

Se és um desses filhos de Abraão que Deus previamente conheceu, e que são chamados por Seu Decreto; nunca irás se contentar com uma religião ou permanecer prostrado no acampamento de uma denominação: quer seja cristã, que não.
No entanto, em relação aos filhos de Abraão, que me seja permitido de vos lembrar isso neste dia: depois que Ló se separou de Abrão, Deus mostrou-lhe a terra de Canaã, que se estendeu para norte e sul, e para o Oriente e o Ocidente diante dele e prometeu de lhe dar este país: à ele e seus descendentes para sempre.
“E disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta agora os olhos, e olha desde o lugar onde estás, para o norte, para o sul, para o oriente e para o oriente; porque toda esta terra que vês, te hei-de dar a ti, e à tua descendência, para sempre. E farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que se puder ser contado o pó da terra, então também poderá ser contada a tua descendência. (Gen.13:14-16)

Mas, o dia em que o Senhor prometeu um herdeiro a Abrão, Ele o levou para fora e disse: “Olha agora para o céu, e conta as estrelas, se as podes contar; e acrescentou-lhe: Assim será a tua descendência.” (Gen.15: 5). E, creu Abrão no Senhor, e isso foi-lhe imputado como justiça (v.6).
Entendemos pois que Abrão recebeu, quanto à herança do país: uma descendência comparada com o pó da terra; e quanto a herança das promessas: uma semente ou posteridade comparada com as estrelas do céu.
De semente natural ou carnal (a posteridade terrena) de Abrão nasceu primeiro Ismael, e muito mais tarde Isaque, do qual saiu Israel. E Ismael também se tornou uma grande nação que (também) vivia no deserto, conforme a promessa:
“Mas também do filho desta serva farei uma nação, porquanto ele é da tua linhagem… Ergue-te, levanta o menino e toma-o pela mão, porque dele farei uma grande nação.” (Gen.21.13, 18)

Agora… quem tem inteligência entende isso: de Abrão nasceu apenas Ismael e não Isaque, como está escrito em Gen.16: 16: “Ora, tinha Abrão oitenta e seis anos, quando Agar lhe deu Ismael.”
Mas, muito antes do nascimento do filho da promessa, o Senhor Deus Todo-Poderoso fez um pacto com Abrão, que, em virtude dessa aliança tornou-se Abraão, que quer dizer "pai de muitas nações":
“Quanto a mim, eis que o meu pacto é contigo, e serás pai de muitas nações; não mais serás chamado ABRÃO, mas ABRAÃO será o teu nome; pois por pai de muitas nações te hei posto; far-te-ei frutificar sobremaneira, e de ti farei nações, e reis sairão de ti; estabelecerei o meu pacto contigo e com a tua descendência depois de ti em suas gerações, como pacto perpétuo, para te ser por Deus a ti e à tua descendência depois de ti.” (Gen.17:4-7)
Assim, Ismael é o filho de Abrão e Isaque, de Abraão, nascido de Sara (a esposa da aliança) e não Sarai.
Entendamos pois isso, Ismael não nasceu segundo a promessa, e, portanto, não pode ser considerado como tal. Aqui está o porquê, no dia em que Deus fez aliança com Abraão, este insistiu diante de Deus para Ismael: “ Depois disse Abraão a Deus: Oxalá que viva Ismael diante de ti!” Gen.17,18). Qual foi a resposta de Deus? Ismael, nascido antes da aliança, certamente tornar-se-á uma nação grande e poderosa; todavia não fará parte da aliança que Deus estabeleceu com Isaque, filho de Abraão.
“E Deus lhe respondeu: Na verdade, Sara, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe chamarás ISAQUE; com ELE estabelecerei o meu pacto como pacto perpétuo para a sua descendência depois dele. E quanto a Ismael, também te tenho ouvido; eis que o tenho abençoado, e fá-lo-ei frutificar, e multiplicá-lo-ei grandissimamente; doze príncipes gerará, e dele farei uma grande nação. O meu pacto, porém, estabelecerei COM ISAQUE, que Sara te dará à luz neste tempo determinado, no ano vindouro.” (Gen 17,19-21).

Todo o resto: a arrogância de Agar, o orgulho de Ismael e a tristeza de Abraão não podia mudar a vontade divina logo claramente revelada. E, no dia em que Sara pediu a Abraão para expulsar o filho da escrava, Deus confirmou este pedido; não, porque o Senhor estava obedecendo à voz da mulher. NÃO! Mas, sim, porque o pedido da Sara foi de acordo com a Vontade perfeita de Deus. Falo aqui desta Vontade divina claramente revelada, que não pode ser adulterada pelos nossos sentimentos, desejos, pensamentos ou emoções. O que Deus determinou, é que o Ele fará!
E isso não é tudo! Olhando de perto nesta aliança: Abraão, o pai de nações, mais tarde foi posto à prova por Isaac, e no final foi-lhe dito o seguinte:
“ Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho, que deveras te abençoarei, e grandemente multiplicarei a tua descendência, como as estrelas do céu e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; e em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.” (Gen.22 :16-18)
O inteligente gostaria de observar que, desta vez, a Palavra do Senhor coloca as estrelas do céu antes da areia ou pó da terra. O que isso significa? Que na aliança de Deus, os filhos de Abraão segundo a promessa são colocados antes de sua descendência terrena.
Mais tarde, o apóstolo Paulo, que recebeu do Senhor a revelação do mistério da vocação dos gentios escreveu para a Igreja (e não os hebreus ou aos judeus em particular) na Epístola aos Romanos, o seguinte:
“Nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência. Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus; mas os filhos da promessa são contados como descendência.” (Rom.9: 7,8)

E nos versículos 24-27:
“ Os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios? Como diz ele também em Oséias: Chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada à que não era amada. E sucederá que no lugar em que lhes foi dito: Vós não sois meu povo; aí serão chamados filhos do Deus vivo. Também Isaías exclama acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo.”

Isto é confirmado também na outra escritura no livro de Gálatas:
“Assim como Abraão creu a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão. Ora, a Escritura, prevendo que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou previamente a boa nova a Abraão, dizendo: Em ti serão abençoadas todas as nações. De modo que os que são da fé são abençoados com o crente Abraão.” (Gal.3:6-9)
E ainda:
“Para que aos gentios viesse a bênção de Abraão em Jesus Cristo, a fim de que nós recebêssemos pela fé a promessa do Espírito.” (V.14)
“Ora, a Abraão e a seu descendente foram feitas as promessas; não diz: E a seus descendentes, como falando de muitos, mas como de um só: E a teu descendente, que é Cristo.”. (v.16)
“E se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa.”(V.29)

E, se ainda existem algumas dúvidas na mente de algumas pessoas sobre a nossa vocação (nós, os gentios - porque, como doutor dos gentios, glorifico o meu ministério também), gostaria de recordar o que o Senhor Deus disse a Moisés, naquele dia:
“E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós; este é o meu nome eternamente, e este é o meu memorial de geração em geração. Vai, ajunta os anciãos de Israel e dize-lhes: O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó” (Ex.3: 15,16)

Se o Deus vivo é o Deus de Abraão. E se é assim que Ele deve ser recordado de geração em geração; então, todos aqueles que Deus dantes conheceu, tendo sido predestinados para serem conformes à imagem de Seu Filho Jesus Cristo, que é Ele mesmo designado como descendente de Abraão pela Palavra da promessa (Gal.3:16)… sim, todos aqueles que Ele chamou por Seu decreto, não apenas dos judeus mas também dentre os gentios são também consideradas como filhos da promessa, como está escrito: “Ora vós, irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque.” (Gal.4: 28)
E, se somos filhos da promessa; também somos filhos do Deus de Abraão, como está escrito:“Vós não sois meu povo; aí serão chamados filhos do Deus vivo”
Porquanto, Jesus Cristo foi manifestado para nós! Aleluia!
Por isso está escrito: “Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão”. (Heb 2,16)
Agora, já podem entender porque ao encontrar Zaqueu naquele dia, o Senhor diz: “Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”.
Tal foi Zaqueu, tal somos nós; também. Nós, digo: os filhos da promessa.
Eis a razão pela qual insisto em dizer: Se és um daqueles que Deus previamente conheceu e que são mencionados em Prov.8: 31, jamais ficarias ligado à um irmão profeta, um apóstolo ou evangelista, um pastor ou doutor. Apegar-se-ia ao Cristo, Só.
Não apegaram-se os judeus à Moisés, que se tornou para eles um objeto de adoração? No entanto, os filhos da promessa, chamados de acordo com o plano de Deus do meio dos judeus, seguiram à Jesus. E, apesar de reconhecer que Deus tinha falado por Moisés, eles também sabiam que a salvação não dependia de Moisés; mas sim, que o seu testemunho levava à Jesus: Único Autor e Consumador da nossa fé para a salvação.
Não era João Baptista um verdadeiro homem de Deus? O Senhor testificou dele, dizendo que ele era mais do que um profeta, e que não havia ninguém maior do que ele de todos aqueles que nasceram de um homem e uma mulher. No entanto, no meio dos seus discípulos, poucos são aqueles que, como André e Filipe compreenderam o seu testemunho. Eles compreenderam que João Batista veio para apresentar o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Eis a importância daquele ministério na obra da Salvação. Então, eles seguiram a Jesus para ter a vida eterna. O resto agarrou-se ao instrumento de Deus, testemunha da Palavra, a tal ponto que muitos deles nem sequer sabiam que o Espírito Santo já estava à operar na Igreja de Cristo. Juntaram-se a ele, embora ele mesmo tivera dito: “Eu não sou digno de desatar a correia da alparca.”. (Jo.1.27).
Sim, eles se apegaram ao homem de Deus, em vez de seguir ao próprio Deus. Pese embora este pregador humilde ter insistido no seu testemunho de forma inequívoca: Vós mesmos me sois testemunhas de que eu disse: Não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dele. Aquele que tem a noiva é o noivo; mas o amigo do noivo, que está presente e o ouve, regozija-se muito com a voz do noivo. Assim, pois, este meu gozo está completo. É necessário que ele cresça e que eu diminua.(Jo.3:28-30).
O que aconteceu na véspera da primeira vinda do Senhor, acontece ainda hoje, na véspera de Sua segunda vinda. E quando, na nossa pregação, acautelamos as pessoas para não se tornar discípulos daqueles que são considerados como servos ou bocas de Deus (quer verdadeiros ou falsos), estas mesmas pessoas olham para nós como se ignorantes somos. Um irmão branhamista uma vez me disse: "O dia que irás entender quem era na verdade o irmão Branham, não perderá mais o seu tempo lendo a Bíblia (essas são as palavras deles) tomará apenas o que está nas brochuras da sua mensagem e repetirás a mesma coisa. Porque toda a Bíblia já foi interpretada pelo profeta. E eu sei que não poderá aceitar isso, mesmo que eu lhe dissesse que Branham é um dos espíritos que está diante do trono de Deus."
Nisso, ele diz a verdade porque eu não posso aceitar tal heresia! Isto é idiotice! (Oxalá que aturem um pouco a minha loucura quando falo desta maneira!)
Figurem-se que o anjo Gabriel está também na presença do Eterno-Deus, mas quando ele foi enviado com uma mensagem de Deus a Maria, a virgem eleito; esta não realçou um culto de adoração ao anjo Gabriel na sua casa em reconhecimento a essa gloriosa mensagem que ele trouxe. Ela sim disse: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador… porque o Poderoso me fez grandes coisas”(Lc.1:46,47,49)
Entretanto, para a sua própria salvação, ela permaneceu na doutrina dos apóstolos. Ora bem, o testemunho dos apóstolos é a salvação que está em Jesus Cristo. O que podemos dizer com relação a estas coisas? Maria teria manifestado ingratidão em relação ao anjo Gabriel? Quem é pois ignorante? Ó, misericórdia divina!
Será que Manoá e sua esposa adoraram o anjo que lhes anunciou o Assim diz o Senhor que gerou Sansão? Reflitamos sobre isto cuidadosamente:
“Então Manoá disse ao anjo do Senhor: Deixa que te detenhamos, para que te preparemos um cabrito. Disse, porém, o anjo do Senhor a Manoá: Ainda que me detenhas, não comerei de teu pão; e SE FIZERES HOLOCAUSTO, É AO SENHOR QUE O OFERECERÁS. (Pois Manoá não sabia que era o anjo do Senhor.” (Jug.13: 15,16)
Não confundem pois Deus com o Seu anjo!
As pessoas vão às igrejas em busca de Deus e da salvação; contudo, acabam por se apegar aos servos de Deus. Sim, eles tornam-se seguidores dos falsos; mas também dos verdadeiros servos de Deus.
Eis a razão que me levou à afirmar aqui que, se és um daqueles que Deus chamou por Seu decreto, nunca se apegariam nem à Pedro, nem à Paulo ou qualquer outro profeta antes deles. Um eleito de Deus jamais se enlaçaria ao irmão profeta Branham, ou Ewald Franck; jamais aceitaria ser seguidor de Osborn ou Billy Graham; fanático dum papa, bispo ou apóstolo; dum fundador ou líder de igrejas, nem se contentaria em ser um discípulo de Lutero ou Wesley, etc.
Se fosses um daqueles que Deus predestinou para serem conformes à Cristo, nunca irias acampar numa organização religiosa (o “ismo”). Irias simplesmente atrás de Jesus. Como Zaqueu fez naquele dia!
Entenderias (como nós) que todos esses grandes, mas humildes servos, que Deus usou antes de nós, são apenas testemunhas da Palavra de Deus. Eles não merecem mais honra do que esta. Pois, a mensagem da Palavra de Deus, que é o fundamento do testemunho de todos os servos (ou profetas) de Deus é, de acordo com a escritura de Sal.119: 105: uma luz que brilha no nosso caminho. E, este caminho não pode levar numa denominação religiosa; ou nos conduzir à um homem. NÃO! A mensagem ou testemunho da Palavra de Deus é o caminho que conduz à Deus; na presença do Senhor. O verdadeiro testemunho da Palavra de Deus jamais te levaria na adoração de um ídolo venerada na igreja, como acontece hoje no cristianismo corrompido pelo culto de personalidades estabelecido nas igrejas.
Todos os eleitos, como Zaqueu, correm em direção à Palavra da promessa e buscam refúgio num sicômoro. E esta árvore é uma figura da Igreja da Palavra, que nos permite superar todos os obstáculos que se levantam ao nosso entendimento e edificação na fé para conhecer Jesus e ser conhecido por Ele. É nesta Igreja da Palavra que, ao exemplo de Zaqueu, cada eleito faz a sua própria experiência de salvação com Deus em Jesus Cristo. E então... A SALVAÇÃO ENTRA EM SUA CASA.
Ou, esqueceram-se de que somos templos vivos; e que, o Deus vivo não habita em casas feitas por mãos d’homens?
Pois quê? Aquele que veio buscar e salvar aqueles filhos da eternidade, perdido no tempo por causa do pecado, não é o fundador ou profeta da sua igreja, cujo nome querem exaltar tão alto quanto o céu. O Salvador é Jesus Cristo, Só. Sendo assim, à Ele, Só, seja a glória para todo o sempre.
Aqui está o porquê neste dia da restauração de todas as coisas, a nossa mensagem reclama essa glória que deram às criaturas para a restituir ao Único Senhor da Igreja do Deus vivo que, Só, a merece. Seu nome: Jesus Cristo (Act.4: 12). Nós não o fizemos por arrogância. Nós o fizemos de acordo com o que a profecia diz sobre nós:
“Quem és tu, ó monte grande? Diante de Zorobabel tornar-te-ás uma campina; e ele trará a pedra angular com aclamações: Graça, graça a ela.” (Zac.4: 7)

Ou cuideis que Zorobabel irá reencarnar-se no fim dos tempos? Não vejamos! É assim dessa profecia, como a de Elias que havia de vir! Pelo que os eleitos sabem que: o Espírito que animava Zorobabel e seus companheiros no dia da restauração do Templo de Jerusalém, após o cativeiro de setenta (70) anos na Babilônia, é o mesmo que anima, hoje, todos aqueles que Deus tem chamado segundo o Seu propósito neste fim dos tempos para a obra de restauração da Igreja de Cristo (Templo do Deus Vivo). Pois é agora que se cumpra Is.58: 12:
“E os que de ti procederem edificarão as ruínas antigas; e tu levantarás os fundamentos de muitas gerações; e serás chamado reparador da brecha, e restaurador de veredas para morar.”

E, naquele dia, quando ouvi d’Ele o seguinte: "Eu te chamei na obra do ministério do último tempo. Eu dei-te um ministério da justiça ao serviço da humanidade... Constituí-te doutor da minha Igreja. És um ensinador como Moisés." Perguntei: "Senhor, já existe muitos servos na seara. O que diria eu de novo, que eles nunca disseram ou dizem agora"? Ele respondeu: "Vá dizer ao Meu povo, eis que cedo venho."
Pois quê? “Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” (Mat.25.6)
Este é o clamor da meia-noite! É pois no meio da noite, quando ouve-se o clamor... Depois do sono profundo em que todas as virgens foram mergulhadas, que as brechas são reparadas, as ruínas são reconstruídas e os fundamentos antigos são levantados. Pois é agora que a verdadeira fé é restaurada. É hoje que Deus opera a salvação.
Bem-aventurado aquele que não se escandalizar em mim!

 

---------------------------------------------------------