AS TRÊS ESTRATÉGIAS DO DIABO PARA A DESTRUIÇÃO DA FÉ

 

1. A SEDUÇÃO (APOC.2: 4-6)
           


É ainda necessário que falo pormenorizadamente sobre essas coisas? Porque, na minha pregação intitulado: “O mistério da iniquidade”, falei sobre “o sistema anticristo revelado em sete eras da Igreja”. Este sistema de adoração que não se apoia sobre Cristo, erga-se ou edifica-se dentro da Igreja de Cristo, como joio no meio de trigo. Constituindo assim a semente estranha que o sedutor semeou na Igreja (a noiva ou esposa do segundo Adão). Essa semente, por sua vez, produziu ou procriou os filhos do maligno que combate a Verdade de Deus que está presente nos filhos do Reino. Exactamente como Caim combateu e matou Abel.
No entanto, essa coisa começou na era de Éfeso (Igreja Apostólica), quando a Igreja primitiva começou a perder sua vocação de esposa sob a influência oculta do diabo. Como bem o observou o Senhor: "Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor".
O que aconteceu exactamente? Temos aqui a denúncia pelo próprio Senhor das obras dos Nicolaítas, que consistia na conquista do povo (de Niko: conquistador e Laos: povo). Na realidade o objectivo do diabo através desses falsos obreiros que se faziam passar por apóstolos do Senhor foi, de banalizar e quiçá aniquilar o princípio da santidade que caracterizava uma Igreja de Deus em que Ele mesmo acrescentava aqueles que foram salvos (Act.2: 47). O intento do maligno foi pois, de encher a Igreja do Cristo do vulgo (multidões mistas) tal como aconteceu no dia em que Israel saiu do Egipto. Ora, todos nós sabemos, a má influência dessas pessoas e suas consequências sobre o marcha de Israel que viu muitos dos seus filhos morrer no deserto; tendo-se afastado da fé no chamamento de Deus com vista a herança das promessas. Aqui também, a estratégia do diabo é a mesma: o falso ensinamento dos nicolaítas invalida os princípios do arrependimento e da conversão que geram o novo nascimento e fundamenta a Igreja sobre os mandamentos de homens e não de Deus. Assim, eles praticavam a sensualidade pretextando uma separação completa entre a natureza física do homem e o seu lado espiritual. Isso, por conseguinte, deu o homem sensual um pretexto para justificar sua vida de pecado. A graça era doravante uma justificação para o pecado, ao mesmo tempo que a Igreja se reunia debaixo de uma hierarquia humana constituída por esses falsos apóstolos que se apresentavam, aos olhos destes homens sensuais, como líderes ou pais espirituais. Daí este apelo do Senhor: "Lembra-te, pois, donde caíste, arrepende-te, e prática as primeiras obras".
Foi assim que a Igreja começou a perder sua vocação de esposa; abrindo deste modo a porta à prostituição espiritual que este fenómeno iria gerar posteriormente; em proporções alarmantes.
Pois que? Os nicolaítas foram capazes de se impor. A Igreja que começou no espírito agora termina na carne.
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2. A PERSEGUIÇÃO

Apoc.2: 10: "Não temas o que hás de padecer. Eis que o diabo está para lançar alguns de vós na prisão, para que sejais provados; e terei uma tribulação de DEZ DIAS. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida".
Compreendemos agora como a semente estranha entrou na Igreja e começou à desviar a Eva espiritual da sua vocação. A partir deste ponto em diante, o joio começou a complicar o crescimento do trigo. Por que? Porque, os nicolaítas enfeitiçaram literalmente a Igreja, ao ponto que as obras da carne predominavam sobre a do Espírito. A doutrina de Deus tornou-se pois dura para eles. Quem pode a suportar? (Jo.6: 60). Esses homens sensuais e carnais tornaram-se maioritários na Igreja, ao ponto de formar a sinagoga de Satanás. Ora, esses não podem suportar a sã doutrina. Eles têm comichões nos ouvidos para escutar coisas agradáveis. Pelo que, ajuntam para si doutores, pastores, etc. de acordo com suas paixões e concupiscências (1Tim.4: 1,2; 2Tim.4: 3,4). Entretanto, esses espíritos sedutores que ensinam doutrinas de demónios, tornaram-se muito mais famosos e carismáticos aos olhos dos homens, ao ponto que os verdadeiros servos são cada vez mais isolados. E todos aqueles que querem viver piedosamente são perseguidos.
            Assim, estamos na era de Esmirna onde Satanás alterar estratégia e arma: a sedução dá lugar a perseguição.

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A TRIBULAÇÃO DE DEZ DIAS
(A confirmação da história)

É verdade que a Igreja de Cristo certamente tinha sofrido por parte dos judeus e gentios. Mas de uma forma genérica não se podia falar de perseguição generalizada. A história deve notar que a Igreja de Cristo sofreu dez períodos de perseguição (os dez dias da tribulação referidas na profecia do Senhor) por parte dos imperadores romanos. Neste período de "tribulação dez dias", os imperadores romanos fizeram tudo para destruir a fé de Jesus; aniquilar e abolir a Igreja de Cristo e sua doutrina da face da terra.
Alguns destes imperadores romanos traziam, presos e acorrentados, cristãos para ser comido vivos por leões na arena do Coliseu de Roma, ou ainda, os queimavam simplesmente em fornos. Outros cristãos durante "a tribulação dez dias" foram cobertos com peles de animais antes do ser atirados aos lobos e outros carnívoros para ser comidos. O mais cruel de todos eles, Diocleciano (o décimo), considerado por alguns historiadores como o mais feroz inimigo do cristianismo assinou um Decreto no qual ordenava a eliminação das escrituras sagradas de cristãos. Pelo que, até cerimónias públicas foram organizadas na época para queimar as primeiras Bíblias.

1. Nero (54-68 ou 74 a.C.)

Ele permanecerá tristemente célebre na história por ser o primeiro imperador que empregou o poder soberano do Estado contra os cristãos.
Este homem cruel, irou-se muito contra a Igreja porque, por se converter à fé de Jesus, muitos do seu Palácio se distanciaram da adoração de ídolos. Pelo que, publicou um decreto que proibido a conversão à fé cristã.
Sarcástico, Nero ateava fogo à sua própria cidade: Roma. Aparentemente, para o prazer de a ver queimar, afim de reconstruí-la muito mais sumptuosa. No entanto, ele fez endossar aos cristãos a responsabilidade do seu crime. Assim, encontrou aqui uma justificação para seu ódio contra eles.
Ele fazia atar os cristãos aos postos e transformavam-nos em tochas vivas; suas roupas embebidas de resina e enxofre. Eram pois queimados publicamente no jardim do seu palácio ou durante a noite para alumiar os jogos do circo. Alguns foram envolto em peles de animais e entregue à cães selvagens para ser devorados vivos. No ano 40 do século 1 a.C., o imperador Calígula (37-41) tinha dado início à construção de um circo que o imperador Nero assumiu para concluir. Este era conhecido como o “Circo de Nero”. E este lugar tornou-se o local do martírio de muitos santos. É importante notar que Calígula adornava a coluna de seu circo de um obelisco que ele trouxe de Heliópolis no Egipto e que foi preservada pela história como um remanescente visível do mártir sofrido pelos cristãos no primeiro século; sendo hoje conhecido como o Obelisco do Vaticano. Confirmando deste modo as profecias sobre esta “mulher que se embebedou do sangue dos santos e de mártires de Jesus”(Apoc.17:6).
E, as provas históricas aliam o martírio de Paulo e Pedro ao reinado de Nero. O primeiro foi decapitado no lugar chamado “Águas Salvianas”, onde foi construído desde então a basílica de São Paulo Fora dos Muros; que faz parte das quatro maiores basílicas  de Roma com São João Latrão, Santa Maria Maior e São Pedro de Roma; enquanto o segundo foi condenado à suportar a martírio da Cruz, de cabeça para baixo.

2. Domiciano (81-96 a.C.)

Esta perseguição observou uma curta trégua sob os reinados de Vespasiano e Tito e recomeçou sob Domiciano. Ele fez morrer uma grande multidão de pessoas de todas as idades e condição social confundidos. Incluindo seus parentes mais próximos.
Além disso, deve notar-se que foi sob o reinado de Domiciano que o apóstolo André sofreu martírio em Acaia; e que o apóstolo João, depois de ter sido lançada em uma caldeira de óleo fervente, saiu são e salvo e, em seguida, foi exilado para a ilha de Patmos: "Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha de Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. " (Apoc.1: 9)

3. Trajano  (e seus sucessores Adrien e Antonin) (98-117 a.C.)

Este imperador não publicado nenhuma nova lei contra os cristãos, mas no entanto incentivou as leis sangrentas de seus antecessores; assegurando que a perseguição dos cristãos, de acordo com estes éditos imperiais sejam executados à letra sobre toda a extensão do Império. Durante seu reinado, conta-se entre as vítimas de perseguição Simeão, bispo de Jerusalém; Inácio, bispo de Antioquia; e muito mais.
Adriano e depois, Antonino, seus sucessores agiram da mesma forma, aumentando e agravando o martírio dos santos, condenados à morte pela fé.
4. Marco - Aurélio (161-180 a.C.)

Este último apesar de ter sido prevenido sobre o ódio contra os cristãos e a difamação a que foram submetidos, consentiu com as perseguições dos cristãos ao renovar os éditos dos seus antecessores. As primeiras violências durante o seu reinado começaram provavelmente em Esmirna.

5. Severo (ou Sétimo –Severo)  (193-211 a.C.)

Antes favorável aos cristãos, ele publicado no nono ano do seu reinado decretos sangrentos contra os cristãos e executou-os impiedosamente. Esta perseguição começou pelos cristãos do Egipto e se espalhou para os gauleses, passando por Cartago.

6. Maximino Trácio (235-238 a.C.)

No reinado deste imperador, as perseguições foram executadas principalmente sobre os sacerdotes e bispos, por medo de despovoar as províncias, sacrificando todos os fiéis. Durante os três anos do seu reinado, as igrejas e todos os edifícios dedicados ao culto dos cristãos e seu Deus foram destruídos e queimados.

7. Décio (249-251 a.C.)

Mal começou à reinar, ele publicou contra os cristãos, um édito sangrento que foi executado à letra. Assim, para escapar da perseguição, muitos foram os discípulos que fugiram em desertos e alguns levaram uma vida de eremitas.
Pione, bispo de Esmirna, sofreu alegadamente martírio nesta época.

8. Valeriano (253-260 a.C.)

Durante o seu reinado e pela autoridade de seus decretos, muitos cristãos sofreram martírio.

9. Aureliano (270-275 a.C.)

Durante toda sua vida, ele foi aparentemente favorável aos cristãos. No entanto nos seus últimos cinco anos, ele mudou radicalmente seu comportamento em relação a eles, e também publicou editais condenando-os a perseguição. Felizmente, ele morreu antes que suas ordens sejam executadas nas províncias mais remotas do Império.

 

10. Diocleciano – e Maximiano (284-305 a.C.)

A trégua durou parece trinta anos, e, em seguida, tudo começou de novo. Desta vez as perseguições foram as mais longas (cerca de 21 anos) e as mais violentas de todos. Pelo que foi chamado à este período de: a era dos mártires.
Sob a influência de seu genro, Galerio, Diocleciano publicado quatro editais durante o seu reinado:

No entanto, a Igreja continuou a crescer apesar da perseguição. O Espírito Santo (o Consolador) enviado da parte do Senhor agindo nestas palavras: "Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida".
Pois, de mesmo que no dia da sedução nem todos se deixaram seduzir pelo falso ensino; a perseguição em vez de enfraquecer a Igreja, a fortificava pelo contrário.
Pois que? A Roma pagã, embora embriagada do sangue dos santos, não conseguiu no entanto destruir a fé cristã; nem abolir a adoração do Deus verdadeiro: O Deus vivo revelado em Cristo Jesus.
O inimigo admitiu a derrota; e Galerio, no Édito de 311, concedeu aos cristãos o direito de exercer livremente sua religião.
O que aconteceu com Daniel e seus três companheiros na Babilónia… o que aconteceu também com todos os profetas e santos de Deus, que entregue aos tormentos, zombaria e açoites, correntes e prisão; apedrejados, serrados, torturados, mortos pela espada, etc. não aceitando o seu livramento. Pelo contrário, aceitaram a morte tendo fé numa melhor ressurreição (Heb.11: 32-38); dando assim o testemunho de que a força não poderia (e não pode ainda hoje) destruir a fé dos fieis.
            Fiel às palavras do Senhor “até à morte”; e, preservado pelo poder do Consolador, os santos não se retrataram nessa tribulação de dez dias. Pela sua perseverança, eles perderam seus corpos; mas salvaram suas almas (Mat.24: 13). Eles não irão, portanto, sofrer a segunda morte. (Apoc.2: 11)

 

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3. A CONTAMINAÇÃO DA IGREJA

Satanás compreendeu então que a estratégia de perseguição tinha falhado; pelo que recorreu à contaminação para destruir a fé cristã primitiva. O imperador Constantino sucedeu à Diocleciano e se "converteu" ao cristianismo (em 312). Declarando-se, não só cristã mas também, defensor e protector do cristianismo. Pelo Édito de Milão (em 313), ele proclamou a liberdade de culto de Jesus Cristo e ordenou a restituição das igrejas e outras propriedades confiscadas aos cristãos. Ele começou a ajudar financeiramente a igreja cristã; dando-lhe também os templos dos deuses pagãos.
O senhor advertiu os Seus discípulos assim: "Não temais os que matam o corpo e não pode matar a alma: temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo" (Mat.10: 28).
Compreenderam isso? Se aos olhos do homem carnal, Constantino pode parecer como um instrumento que Deus usou para socorrer Sua Igreja; o homem espiritual, ele, compreendeu a astúcia nesta mudança de estratégia do diabo: Satanás incapaz de destruir fisicamente a Igreja pelo uso da força, compreendeu que ele podia separar a separar do seu Deus (morte espiritual) levando-a à SACRIFICAR À OUTROS DEUSES (Ex.23: 23,24; Deut.7: 1-6). Este foi o objectivo do diabo! Não há um ditado que diz: "o fim justifica os meios"? O engano de "conversão" do imperador Constantino resultou assim, onde a força e a violência de seus antecessores haviam falhado. Porque, se o diabo através desses imperadores tinha matado apenas os corpos destes cristãos - mártires. Agora ele estava destruindo as almas através de Constantino.
Foi ele, Constantino, que deitou assim a primeira pedra de um culto onde o cristianismo puro de início se misturava com o politeísmo religioso da mitologia greco-romana. As resoluções finais do Concílio de Nicéia, iriam confirmar mais tarde esta verdade ainda escondida aos olhos das almas em mal de discernimento, pelo mistério de iniquidade que estava agir por detrás das coisas visíveis.
Um príncipe pagão na cabeça da Igreja! Na realidade, o próprio Satanás. Eis, pois, o trono de Satanás estabelecido na Igreja, e que o Senhor denuncia na carta profetizando a era do Pergamo: a Igreja e o estado reunidos sob a autoridade de um homem agindo pela influência de Satanás; tendo contudo uma aparência de piedade.
Toda esperteza do diabo baseou-se na falsa conversão milagrosa, no ano 312, do imperador que teria visto no ar uma Cruz luminosa quando estava em guerra contra seu inimigo, o tirano Maxêncio (ou Magêncio), que dominava sobre a Itália e a África. Quando Constantino se aproximava de Roma para combater, diz-se que ele invocou o Deus dos cristãos e uma tarde caminhando à frente de suas tropas, viu no ar, uma cruz luminosa, com esta inscrição: In hoc signo vinces (por esse sinal irás vencer). Incentivado por esta visão, Constantino atacou Maxêncio, perto da Ponte Mílvio, às portas de Roma. Seu inimigo fugiu e afogou-se no Rio Tibre (em 312). Roma inclinou-se, portanto, diante do novo vencedor. E, não só Roma… mas a igreja cristã também.
Será que os líderes das igrejas examinaram esta visão à luz da Palavra de Deus? Não! O que foi, é o que há-de ser: a falta de discernimento abriu a porta da igreja cristã à todos tipos de espíritos imundos. É a mesma coisa que está acontecendo também no dia de hoje, em que a Igreja é destruída pelos sonhos, visões e profecias, baseada nas tradições dos homens e os rudimentos do mundo, em não em Cristo (Col.2: 8. 18).
"Eu sei as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás... ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita" (Apoc.2: 13). O Cristianismo misturado com o politeísmo pagão tornou-se, portanto, a religião do Império. Satanás podia exercer literalmente sua autoridade política na Igreja.
A Igreja, portanto, aceitou o dinheiro do imperador. E, à partir daí, alguns líderes das igrejas locais se preocupavam em tentar agradar o imperador, em vez de Deus. Eles começaram à promover a coexistência pacífica e tolerante com os povos idólatras que lhes rodeavam, mediante a introdução de costumes pagãos na Igreja para agradar e poder permanecer nas graças do imperador que tinha sido branda e tolerante para a Igreja ao final de dez dias da tribulação, que caracterizam os dias de reinado dos dez imperadores que antecederam Constantino na cabeça de Roma.
            A ajuda financeira do imperador! Aqui está a pedra de tropeço à que se refere o Senhor Jesus: "Tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem " (Apoc.2: 14).
            O dinheiro, assim como os favores materiais do Estado, colocaram a Igreja debaixo da sua autoridade (exactamente como Balaque sujeitava Balaão; ao ponto desse começar à obedecê-lo do que à Deus). A Igreja, portanto, corrompeu os seus caminhos e foi contaminada pela doutrina da nova religião do Império; caindo assim na idolatria e prostituição espiritual, geradas pela cultura politeísta da Roma pagã. Lá onde os nomes de deuses pagãos eram colados aos "Santos" e "Anjos" da nova religião de Roma.
Em suma, o que não foi possível alcançar pela sedução e pela perseguição, o foi pela contaminação. Aqui está o mistério da iniquidade agindo. E, a unificação do poder político com a religião, deu a Roma maior domínio sobre os povos da terra.

 

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