O VINHO DA PROSTITUIÇÃO DA MULHER ESTRANHA

 

V.18, 19: “Vem, saciemo-nos de amores até pela manhã; alegremo-nos com amores. Porque meu marido não está em casa; foi fazer uma jornada ao longe…”
Estamos no cair da noite… a falsa igreja lança um verdadeiro convite para mergulhar os peregrinos na dissolução e no pecado. … quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? (Lc.18:8). Discernem tempo e a hora em que opera a sedução! Aproveitando-se da ausência do esposo que tarda em vir, a falsa igreja convida os adoradores a se desviar do caminho que conduzem os caminhantes para a glória… na casa do Pai. “Vem, saciemo-nos de amores até pela manhã”. Isso não deixa nenhuma dúvida de que essa sedução se desenrola “no crepúsculo, à tarde do dia, à noite fechada e na escuridão”… antes que se levante a Estrela da manhã!
Aqui, quero chamar a atenção dos eleitos sobre a lição do tabernáculo nesta matéria: enquanto a noite caia sobre a terra e a escuridão invadia os arredores do templo (no pátio), o castiçal iluminava os sacerdotes que serviam no Santuário. Para eles, não havia trevas, nem escuridão pois, as lâmpadas eram preparadas e abastecidas em azeite, de modo à iluminar o Santuário. Do cair da noite ao amanhecer.
Pelo que está escrito: “Bem-aventurado o povo que conhece o som da trombeta. Que anda à luz da face do Senhor” (Sal.89:16)
Sim! Hoje, os reis da terra se prostituíram com a grande meretriz, e os habitantes da terra se embebedaram do vinho da sua prostituição (ou “saciaram-se de amores” com a mulher estranha) … Hoje, a falsa religião (tal como Jezabel, a falsa profetisa) seduz os servos de Deus ensinando-os à comerem “os sacrifícios pacíficos” da mulher estranha (v.14), mas que são na verdade “sacrifícios de idolatria” ou do “paganismo”. Apesar de tudo, os verdadeiros adoradores (eleitos de Deus) se lembram da advertência de Rom. 13:11-14. Os santos sabem que a noite não é para dormir, mas sim, para vigiar. As virgens prudentes têm o discernimento da hora em que vivemos e sabem que já é tempo de despertar do sono. De deixar as obras das trevas à que nos convida as igrejas estranhas e adúlteras, para andar dignamente como em pleno dia.

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