A VISÃO DO PROFETA AMOS

Vamos ver essa coisa aqui no livro de Amos 8:11-13 (esse profeta falou também desse dia):"Eis que vem dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar e do norte até ao oriente; correrão por toda parte, procurando a palavra do Senhor, e não a acharão. Naquele dia, as VIRGENS FORMOSAS e os jovens desmaiarão de sede, os que, agora, juram pelo ídolo de Samaria e dizem: Como é certo viver o teu deus, ó Dã! E: Como é certo viver o culto de Berseba! Esses mesmos cairão e não se levantarão jamais". Amem!
As virgens desmaiaram num sono profundo por falta de luz. Ora, a luz é a Palavra de Deus, e a Palavra de Deus é o alimento: água e pão da vida para os que tem sede e fome da justiça. Considerai isso: todos os profetas anunciaram esta hora e testemunhando dessas coisas que faz objecto também da nossa pregação. A falta da verdade hoje, deu luz na idolatria instalada no meio das igrejas e, tal qual o ídolo da Samaria, imagens representado homens (criaturas) mortais foram levantada nas igrejas. Pelo que o culto do Deus vivo deu lugar à cultos de personalidade, à figura do culto de Berseba. E, quando falo acerca dessas coisas, os que se esconde atrás dessa forma de adoração dizem que estou à blasfemar contra os seus deuses. É assim que avaliaram a minha pregação intitulada "A MENSAGEM DO ÚLTIMO TEMPO E O ESPÍRITO DO ERRO" (Ver brochura "A OBRA DE DEUS NO ÚLTIMO TEMPO"): um blasfemo. Porque? Por se atacar contra o dogmatismo que caracteriza a revelação da segunda vinda de Jesus, como Esposo. Mas, aqui a profecia disse que esses mesmos que assim adoram cairão e não se levantarão jamais. Tornei-me também hoje, inimigo vosso, dizendo-vos a verdade para vos desviar da morte?
Amós, o profeta, viu as virgens Formosas desmaiarem... Jesus nos revela nessa parábola que elas adormeceram todas. Aí está a confirmação da visão do profeta. Fome e sede… escuridão, trevas ou noite e as lâmpadas apagando-se… aqui estão as características da carência da Palavra do Senhor. Quando há escuridão, então há fome, espiritualmente. Na lição da natureza também: dificilmente alguém come a noite, a noite as pessoas dormem… as pessoas comem quando há luz… trabalham quando há luz, etc. Disse Jesus: "Trabalhai e marchai enquanto há luz, porque vem aí as trevas e ninguém poderá trabalhar". Amem! É assim que vejo as coisas; é assim que creio! Não se trata contudo da ausência das Escrituras, de jeito nenhum! Hoje, como na véspera da primeira vinda de Jesus em Israel, as pessoas examinam muito as escrituras e lê muito, pois existe muita literatura evangélica. Mas, o problema consiste em discernir a promessa das Escrituras que se cumpram nesse dia e, por meio dela, se achegar da Verdade revelada que caracteriza a verdadeira adoração.
E, Amós viu as pessoas andando vagabundos de um mar para outro. Ora, as águas do mar nas escrituras, representam multidões, línguas, povos, etc. é justamente o que estamos à assistir, sobretudo nestes últimos dias: à grandes movimentações espirituais de onde nasce denominações dentro de denominações e tendências dentro de outra tendência… os homens abandonam este grupo religioso para um outro grupo religioso com uma tendência diferente à procura de que? Da Palavra do Senhor! Mas, a profecia disse que buscarão a Palavra do Senhor e não a acharão. Porque? Pois, Deus não é tido nem achado nos cultos organizados. ELE NUNCA SE IDENTIFICA NISSO. Deus só pode ser conhecido, quando Ele julga necessário dar-Se à conhecer. E, isso só é possível por meio de uma revelação, atestada pelas Escrituras em cumprimento de determinadas promessas, segundo o Conselho de Deus. Aqui está a importância do azeite para manter a lâmpada acesa.
As trevas! Eis o que ocorre quando o Espírito Santo não fala nas igrejas. Você pode estudar, ler ou meditar o que Mateus ou Lucas escreveram; o que Lutero, Calvino, Wesley ou Branham, etc. escreveram ou disseram… mas, se o Espírito Santo não falar à você, você não poderá entender essas coisas que fizeram objecto dos seus discursos. Porquanto, é o Espírito quem escreveu ou disse essas coisas por meio deles. Não são palavras deles, são palavras do Espírito. É por Este inspirados que eles todos falaram. Amem!
Temos aqui connosco, bem debaixo dos nossos olhos, as palavras de Ezequiel escreveu, temos o que Jeremias disse, o que os apóstolos Pedro e Paulo disseram e escreveram, etc. mas, acontece porém que, hoje, cada um tenta interpretar as coisas à maneira dele. Porque? Por falta de revelação… porque o Espírito não fala. Amem! Sem revelação o povo se corrompe, sem o azeite a luz se apaga. E, isso que estamos à ver.  
 Essas virgens são chamadas prudentes porque, ao sair fora do acampamento da organização religiosa no tempo da tarde, eles muniram-se do azeite em reserva nos seus vasos. Ora, os nossos corpos são vasos. Para entendermos as palavras de Deus que escutamos, lemos ou meditamos é preciso que tenhamos o Espírito Santo em nós, porque a carne para nada serve. A Bíblia nos ensina que ninguém pode conhecer as coisas de Deus senão pelo Espírito de Deus. Quer dizer: há uma revelação colectiva que Deus dá ao Seu povo num tempo determinado pela promessa das escrituras, e há uma revelação individual em cada um de nós que nos conduz pela fé na promessa do dia, e nos leva à crer no "Assim diz o Senhor"; uma mão invisível que nos guia no tesouro escondido no campo que caracteriza o reino de Deus. Exactamente como os magos, Simeão e tantos outros foram levados na presença de Jesus naquele dia. Hoje, também, Deus tem que se revelar à cada um de nós para que possamos discernir onde se esconde a verdade. Disse Jesus: "Ninguém pode vir à mim se o Pai que me enviou não o trazer". Amem! É preciso uma revelação de Deus para reconhecer o ungido de Deus, que fala da Sua parte, no seu dia.
Olha o que aconteceu com Jesus, eles (os filhos de Israel) estavam diante da revelação de Deus em Cristo Jesus, contudo, caracterizavam a obra de Deus pelos nomes humanos, de seus profetas que já dormiam: "Tu és Elias… tu és Jeremias, João Baptista, etc.". Hoje, a mesma coisa sucede com a Igreja das nações: eles dão à Deus nomes humanos; nomes de seus profetas, fundadores, etc. Mas, no meio de toda essa confusão, existe um pequeno grupo que desde sempre andou na revelação verdadeira; aqueles que se converteram verdadeiramente à Cristo, não ao homem! "Converti-me na mensagem do fulano… na igreja do fulano…". Você é um escravo, um cego. Pois, o véu só se levanta quando o coração se converte ao Cristo. E, como o Senhor é Espírito, você recebe do Seu Espírito. É, esse Espírito que nos conduz na Sua presença. Porque, onde há Espírito há liberdade. Aleluia! E, o Senhor disse:"Conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livre". Amem!
Deram à Deus nomes humanos naquele tempo, e hoje similarmente dão-se ao Deus bendito eternamente nomes desses homens que forram exaltados como deuses deles. Tal e qual no culto de Jeroboam e os ídolos da Samaria, hoje também "eles temem à Deus, mas servem cada um seus próprios deuses". Vocês podem crer no fulano, ou no sicrano se quiserem, mas nós não temos o direito de o fazer, pouco importa o que foi ou fez. Acreditamos porém, que um servo de Deus é uma luz que brilha no seu tempo (ou dia), dando testemunho ou reflexo da Luz Verdadeira: a Palavra Profética. Contudo a nossa fé se fundamenta naquele que é o Espírito da profecia. Amem! Cri, por isso falei.
A noite representa tempos de grave crise espiritual. As virgens desmaiaram de sede. Não há Palavra de Deus; não há água viva; não há luz, pois as lâmpadas se apagam! Quem são as virgens? Senão aquelas que cuidam das coisas do Senhor para serem achadas santa, assim no corpo como no Espírito. Para esse efeito, elas buscam as palavras de Deus, mas nas igrejas são ensinadas as palavras de homens: "O profeta disse... o bispo declarou… O nosso pastor disse… a nossa igreja ensina, etc.". Os "assim disseram fulanos" e os "assim dizem as igrejas" suplantaram o "Assim diz o Senhor" na obra da edificação das igrejas pelos edificadores que rejeitaram a Pedra Principal, eleita e preciosa diante de Deus. Quem pode suportar esse discurso, falando eu dessa maneira?  
No tempo da tarde, essas virgens levantaram-se e iniciaram a caminhada rumo ao encontro do Esposo. Mas, nem todas levaram o azeite. E, quando veio a noite… quando Satanás trouxe a apostasia sobre a terra e baralhou a adoração verdadeira... quando dominaram as trevas e a escuridão, ninguém conseguiu andar, nem trabalhar, e adormeceram. Examinem bem a parábola! Elas não prosseguiram a marcha, mas sim, pararam; estacionaram num certo ponto, e o sono lhes surpreendeu. Mas, um verdadeiro peregrino não pode fazer isso, porque ele é um viajante… ele tem que andar… prosseguir… avançar, enquanto o destino estiver diante dele. Mas, segundo a profecia de Jesus, houve inconfundivelmente um tempo em que Satanás travou a progressão do povo de Deus. HOUVE UM TEMPO EM QUE O POVO JÁ NÃO PODIA AVANÇAR, PORQUE O AZEITE POSTO NOS VASOS NO TEMPO DA TARDE FOI INCAPAZ DE MANTER A CHAMA ACESA ATÉ A VINDA DO ESPOSO. Amem e Amem! Só não pode ver isso, aquele que não quer ver. E, eu se não falasse dessa maneira à essa geração ela teria desculpa para a sua loucura, mas agora não!
Quero que o eleito vê e considera isso: o azeite posto nos vasos no tempo da tarde e que iluminava as lâmpadas neste período foi insuficiente para conduzir as virgens até na PRESENÇA do Esposo. Aqui está a Verdade desta hora… os que são amarrados neste dogma da "luz da tarde" não aceitam isso, mas lembrai-vos disso; pois, essa é a Verdade que Deus quer transmitir ao Seu povo nesta hora: o azeite que avivou a chama das lâmpadas no tempo da tarde não conseguiu mantê-las acesas até à vinda do Desejado Esposo. Era pois necessário um clamor a meia-noite para que as virgens despertassem do sono e recorresse ao MESMO AZEITE mas, que estava em OUTROS vasos. Amem! O que significa isso? Senão a mesma unção (azeite), todavia os ministérios (vasos) diferentes.
Pois, o azeite representa a unção. E a unção se manifesta no ministério de um homem que é um vaso-portador. Não se esquecem disso! Se atentarmos na lição do velho testamento, para melhor compreensão, veremos que o azeite era posto nas lâmpadas pelo ministério de um sacerdote. É isso que temos aqui na representação desta parábola: um ministério autêntico manifestado pela unção da tarde e que fala neste período de tempo, trazendo a revelação da vinda do Esposo sobre a terra. Mas, logo depois, veio a apostasia, a rejeição e adulteração da autenticidade dessa verdade pelas interpretações particulares dessa revelação. Essa é a noite e o adormecimento. A falta de discernimento da Verdade dá luz à várias tendências como no tempo de Luteranismo e outros… Mas, uma nova graça é feita sobre a terra: um clamor se faz ouvir; uma Voz clama: Vem aí o Esposo, ide ao Seu encontro! Todas as virgens se levantam, mas era impossível prosseguir a marcha nessas condições; porque no meio da noite, a luz era insuficiente, e as sombras (interpretações particulares), tantas. É aí onde se revela a necessidade de recorrer ao outro azeite, reservado para a circunstância: aqui está pois, feita em figura, a unção que fala no meio da noite para avivar a chama (luz) da revelação. No meio de toda essa confusão provocada pela densa escuridão, havia mesmo necessidade que surgisse UM OUTRO MINISTÉRIO AUTÊNTICO EVOLUINDO LONGE DE TODO DOGMATISMO para completar a salvação das virgens prudentes. Contudo, não se trata de uma outra revelação, mas sim de uma confirmação: A DA VINDA DO ESPOSO É IMINENTE! Alguém deu-se conta que as lâmpadas são as mesmas? O azeite também! O que significa isso? Que o Espírito é o mesmo; a Palavra da revelação (mensagem do Evangelho) é a mesma, mas os ministérios são diferentes. Temos assim: uma unção que fala no tempo da tarde trazendo a revelação da vinda do Esposo e o convite para as bodas, e uma outra unção revelada à meia-noite, trazendo consigo o segundo convite para as bodas, CONFIRMANDO assim, a revelação dada no tempo da tarde e completando a preparação da Esposa à ser apresentada diante de Um Só Noivo: à saber Cristo. É pela essa unção que nós falamos hoje. Aqui está a obra de Deus nessa hora em que vivemos! Aqui está a Verdade revelada ao seu tempo. Eu para isso vim: afim de dar testemunho dessa Verdade nesta hora derradeira!
Onde está agora a divergência? Com certeza não em Deus! Ele disse: "Eu sou Deus e não mudo". Ainda que enviasse dez mil pregadores vindo dEle, esses enviados nunca poderão se contradizer. É o que vimos aqui: as mesmas lâmpadas, o mesmo tipo de azeite… o problema está nos homens, são eles que se contradizem, não Deus. Pelo que, nos dias em que aquele clamor se fez ouvir no meio da noite, trazendo consigo a revelação da vinda do Esposo, todas as virgens despertaram ao som dessa trombeta que caracteriza a mensagem da Palavra de Deus nesta última hora. Mas, contudo, nem todas elas caminharam na mesma direcção. Umas delas foram numa direcção e outras na direcção oposta, retrocedendo na sua marcha… voltando a procura da inspiração que falou no tempo da tarde. Espero que os eleitos conseguem ver isso! É justamente por isso que falo no dia de hoje: para que entendem o que está à se passar na Igreja do Cristo neste último tempo.
Apesar da revelação que elas receberam e guardaram durante um certo tempo, e como o Esposo tardava em vir, mergulharam também na apostasia. A apostasia é consequência da fé nas interpretações particulares da Palavra. É daí onde surge as doutrinas estranhas e o sectariíssimo em torno da mensagem do último tempo que se identifica na luz da tarde. Não se esquecem disso: toda interpretação particular gera um modelo de fé particular. Por exemplo: a fé católica é uma interpretação particular da Palavra de Deus pelos católicos; a fé baptista é uma interpretação da Palavra de Deus pelos baptistas; a fé pentecostal é uma interpretação da Palavra de Deus pelos pentecostais, a fé branhamista é uma interpretação particular da Palavra de Deus pelos branhamistas, etc. É isso: todas as confissões de fé que encontramos nas denominações são resultantes de interpretações particulares do que Deus disse. Essa confissão de fé singular dá origem à um novo "ismo", que ajunta um determinado grupo de pessoas num sistema de adoração edificado segundo um modelo totalmente anticristo, pois, evoluindo longe da Verdadeira Palavra, e contrariando a Verdade de Deus e do Seu Cristo. Ora, o crente não é salvo pela fé na interpretação do que Deus disse, mas sim, PELA FÉ NA REVELAÇÃO DO QUE DEUS DISSE, aqui está a diferença! Quando alguém começa à interpretar as coisas de Deus, o pensamento humano (por causa das sombras projectadas) começa a dar uma coloração ao Evangelho que mancha a pureza da Verdade. É a mesma coisa que acontece com essas virgens que tomaram suas lâmpadas no tempo da tarde mas desprezaram o azeite. Elas não tinham discernimento do que estava à espera delas na longa caminhada. Julgavam que, talvez, o Esposo viria nos minutos à seguir, mas não foi isso que aconteceu. O Esposo tardava em vir. E, foram surpreendidas por duas coisas aqui: a noite e o sono. E, Jesus ensina que adormeceram todas. Vou dar aqui um exemplo fácil: uma pessoa que escuta uma pregação adormecendo, nunca poderá receber a verdade exacta que está sendo ensinada portanto diante dele. Porque, ao dormitar… entre dois cabecear, o seu espírito perde a lucidez, vacila e fica suspenso entre a luz e a escuridão; entre o conhecimento e a ignorância, assim por diante... E, se perguntar à este individuo o que foi dito na mensagem que ele ouviu, ele vai tentar juntar as partes que ele foi apanhando entre dois cabecear e por fim, correr o risco de dizer o que o pregador não disse. Aí está a consequência da sonolência. Temos aqui uma figura do que aconteceu com as virgens loucas.
E, tal qual o bezerro de ouro levantado no deserto, e que Arão apregoou e apresentou à Israel; hoje, à essa Esposa que saíra ao encontro do Senhor, foram apresentados outros esposos, outras novas paixões, para além do seu Verdadeiro amor.
Agora, aquele que bem acompanhou essa pregação chegou nesse entendimento: no último tempo, em que vivemos, por duas vezes, a revelação do Esposo foi dada à todos quantos amaram a vinda de Jesus Cristo. ELE FOI DUAS VEZES REVELADO COMO SENDO O ESPOSO; Aquele à quem pertence a Esposa. Amem! Então, a primeira pregação do Esposo veio no tempo da tarde, e nesse tempo as virgens tomaram conhecimento dessa Verdade e saíram com as suas lâmpadas, foram dos acampamentos de cultos organizados segundo o modelo anticristo. Mas, por causa da grande apostasia dos últimos dias, essa grande Verdade foi se perdendo no meio de interpretações particulares, dando luz à um novo dogmatismo que desviou a atenção das virgens sobre Aquele que havia de vir; à um novo credo baseado no modelo muçulmano que exalta o seu profeta ao lado de Deus como condição obrigatória e incontornável para a salvação, manchando assim a pureza dessas virgens; um novo rito caracterizado pelo culto de personalidade, etc. Pelo que a segunda pregação ou anúncio do Esposo veio à meia-noite para exaltar de novo o Esposo junto das virgens, tal como Zacarias, o profeta o anunciou também: "Quem és tu grande monte diante de Zorobabel, serás uma campina, ELE TRARÁ A PEDRA PRINCIPAL NO MEIO DE ACLAMAÇÕES: graça, graça à Ela".
Vivemos assim num mesmo tempo (o ÚLTIMO), duas realidades muito importantes, duas estações de tempo muito importantes, mas contudo DIFERENTES, no decorrer e cumprimento do Conselho de Deus: o TEMPO DA TARDE e a promessa da luz que já se cumpriu (Zac.14:7); e a MEIA-NOITE e uma outra promessa de luz e glória que se levantará sobre a Esposa eleita do Senhor, a Jerusalém de cima, representada na parábola pelas virgens PRUDENTES, QUE SE CUMPRA AGORA (Is.60:1,2). E, nesta hora será manifestado a Voz que clama a plenos pulmões, sem medo nem reserva; que se ergue como uma trombeta para denunciar a sedução num verdadeiro combate contra a apostasia para restaurar a Verdade. Quem é aquele que foi anunciado nas escrituras em Isaías 58? Ninguém sabe exactamente de quem se trata, mas o versículo 12 diz dele: "Serás chamado REPARADOR DE BRECHAS e RESTAURADOR DE VEREDAS…". Por ele e seus companheiros (os que são animados pelo Espírito da promessa desta hora, como Zorobabel e seus companheiros na época), o Senhor leva a consumação a obra da restauração de todas as coisas, segundo a promessa que antecede a vinda de Jesus, como Esposo (Act.3:21). Pois, é deles que se trata nessa promessa: "E os que de ti procederem edificarão as antigas ruínas…" (Is.58:12); ainda: ” Eles edificarão os lugares antigamente assolados e restaurarão os de antes destruídos e renovarão as cidades arruinadas de geração em geração" (Is. 61:4).
E, nós temos conhecido, e temos crido, pelo que apregoamos neste dia: "Bem-aventurado o povo que conhece o som de trombeta, andará à luz da Tua face, ó Senhor"!